De Tudo

A polêmica capa da Time

 

Por Raquel Guindani

Olá, meninas! Como foram de dia das mães? Aproveitaram bastante com os filhotes?

Bom, nós do Mães à Obra não poderíamos deixar de trazer aqui para o site o assunto que gerou a maior polêmica desde sexta-feira passada nas redes sociais, e no sábado se estendeu para toda a imprensa: a reportagem da revista americana Time intitulada “Are you mom enough?” (em português “Vocé é mãe o suficiente?), com capa super polêmica mostrando uma mãe amamentando o filho de quase 4 anos em pé num banquinho.

A reportagem refere-se à filosofia de criação de filhos denominada Attachment Parenting, propagada pelo pediatra americano William Sears, que sugere que as mães passem mais tempo com seus filhos, amamentem por mais tempo e durmam em camas compartilhadas. Coincidentemente, na sexta-feira publicamos aqui uma entrevista com a mamãe Daniela Policarpo, que é adepta dessa filosofia e contou um pouco sobre isso.

Acho que a principal polêmica foi por causa da foto da capa, que alguns julgaram agressiva  e apelativa do ponto de vista sexual. Mas o assunto realmente dá muito pano pra manga…

Cada mãe encontra o modelo ideal para ela de criação de filhos, que se encaixa mais em sua filosofia de vida e em sua rotina. Mas é claro que devemos estar sempre pesquisando, de olhos abertos para teorias, estudos e novidades que possam no ajudar na missão mais importante de nossas vidas.

Agora vou dar a minha opinião pessoal, da Raquel, mãe do Frederico e da Valentina: sou super a favor da amamentação, mas considero demais ir até 3 ou 4 anos de idade. Amamentei o Frederico até 15 dias antes dele completar 1 ano, e pretendo fazer o mesmo com a Valentina. No MEU ponto de vista, depois que a criança começa a caminhar e compreender melhor as coisas, buscando independência e ansiando por autonomia, mamar no peito se torna meio estranho, e EU não me sentiria bem fazendo a pose da foto da capa da Time, por exemplo. Também nunca fui a favor da cama compartilhada – o Frederico teve fases em que ia para a nossa cama no meio da noite, mas eu e meu marido sempre nos esforçamos para que isso não virasse uma rotina, a fim de estimular a independência dos nossos filhos e de preservar a nossa vida de casal. Aqui em casa, cada um dos meus filhos dorme no seu quarto, na sua cama, e a noite toda. Além disso, sempre fui super regrada (já disse, sou das regras e da rotina) em relação aos horários de amamentação, nunca dei o peito a cada meia hora para acalmar a criança.

No entanto, é como eu falei antes: cada mãe com seu bebê forma uma relação única, e se o jeito que aquela mãe encontra de conseguir descansar e acalmar seu filho é praticando o Attachment Parenting, tudo bem. Nem sempre o que serve para mim se encaixa na vida dos outros, e vice-versa.

Porém, que a foto é no mínimo “extrema e explosiva”, como disse a atriz Alyssa Milano, isso é. E eu acredito que estimular a independência dos filhos, depois de uma certa idade, é fundamental para que eles sejam felizes no futuro.

E vocês, leitoras, o que acham disso tudo? O que sentiram ao ver a foto?

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50 Respostas para “A polêmica capa da Time”

  1. Em 14 de maio de 2012 em 11:24 Giselle respondeu com ... #

    Tenho 2 filhos, Enzo de 11 anos e a Sofia que faz 3 anos essa semana, amamentei o Enzo até 2 anos e 3 meses e a Sofia até 2 anos e 5 meses, mas não parei por causa que o leite secou e sim porque apartir daí não me sentia mais confortável com a situação, mas também sempre fui regrada com tudo, tinham hora para mamar e tal, então o desmame foi super tranquilo com ambos.
    Quanto ao método para educar, com o Enzo foi no achismo mesmo, tive ele com 17 anos, uma idade não muito adequada, mas sempre achei de bom senso ele dormir no quarto dele, ter hora para dormir, mamar, deitar cedo… quanto a Sofia, tive ela com 26 anos, mais madura, mais experiência em maternidade, mais acesso a internet, livros, daí achei os livros da Encantadora, achei meio complicadinho tudo e resolvi deixar meio de lado, quando a Sofia fez uns 2 meses, resolvi sentar e ler de novo, e com muuuuita paciência botei em prática seus métodos, nunca sigo tudo ao pé da letra, leio um pouco aqui, um pouco ali, faço um meio termo, aplico oque serve para minha família, mas os livros dela foram uma benção aqui em casa!
    Abraços!!

    • Em 14 de maio de 2012 em 13:50 raquel respondeu com ... #

      Giselle, eu usei o livro da Encantadora, mas não segui à risca, acho que o meio-termo é sempre o melhor caminho. Mas não tenho dúvidas de que regras e rotinas fazem muito bem para as crianças – elas se sentem seguras, sabem o que está por vir, já entendem nossos sinais… Enfim, cada um cada um, mas eu não conseguiria fica dando mamá toda hora que a criança chorasse, como algumas mães fazem. Para mim, amamentar sempre foi de 3 em 3 horas para os bebês recém-nascidos, e depois dos 6 meses, só 3 vezes por dia: ao acordar, após a sesta da tarde, e de noite antes de dormir. Para mim sempre funcionou bem assim… Beijo.

  2. Em 14 de maio de 2012 em 11:27 Juliana respondeu com ... #

    Oi Raquel, estou contigo! RESPEITO todas as formas de “ser mãe” e entendo que cada um encontra a melhor maneira para si e para sua família. Como mãe e como Terapeuta Ocupacional Materno Infantil, tenho comprovado o quanto a rotina familiar apóia a criança em seu auto-regulamento (seja o interno, emocional ou funcional). As crianças são livres de pré determinações e passam a conhecer o que é sono, fome, dia e noite, segundo a rotina dos pais desde os primeiros dias de vida. As crianças necessitam saber, através dos pais, como funciona o mundo e o próprio corpo. Por isso, vejo o quanto famílias que adotam rotinas têm mais tranquilidade em relação ao sono dos pequenos, por exemplo. Enquanto já ouvi mães que adotam cama compartilhada e livre demanda, dizerem que estão muito cansadas porque não conseguem dormir…Ao passo que têm mães que estão completamente seguras de que a cama compartilhada e a livre demanda é o melhor para si e para seus filhos e lidam super bem com isso. Com certeza, a segurança que a mãe tem do que está fazendo, influencia muito no resultado do que escolheuu para sua família. Essa polêmica me leva muito a pensar que a gente deveria fazer e refazer aquelas perguntinhas báscias a toda hora para nós mesmas: “O que queremos para nossos filhos?” e “Que adultos queremos que eles sejam?”. Para dar segurança aos filhos e manter a troca de afeto por mais tempo, podemos oferecer e praticar outras coisas tão prazerosas quanto a amamentação, como por exemplo, a Shantala, que é um momento só nosso, com nossos filhos, de intensa troca de amor e cumplicidade e que acompanha a necessidade de acordo com a maturidade das crianças. Bacana teu post! Um beijo, Juliana.

    • Em 14 de maio de 2012 em 13:52 raquel respondeu com ... #

      Puxa, Juliana, adorei teu depoimento! E também acho que a troca de afeto pode ser feita de várias outras maneiras: brincando (eu brinco muito com meus filhos), conversando, dando carinho, dando banho, etc. Dentro da rotina da criança uma mãe participativa já transforma vários momentos que poderiam ser “comuns” em momentos de pura ternura e afeto! Beijos.

  3. Em 14 de maio de 2012 em 12:00 Roberta respondeu com ... #

    Olá Raquel,

    Concordo com vc. Eu amamentei o Rafael até quase 9 meses (só não amamentei mais pois voltei ao trabalho e meu leite secou) e pretendo fazer o mesmo com o Leonardo, que hoje está com 6 meses (mas meui leite tbm já está bem escasso pois voltei a trabalhar). Não me sentiria bem em amamentar uma criança que já anda, fala, etc. Sei lá, acho desnecessário, já que o leite já não é o suficiente e manter essa relação entre mãe e filho pode ser feita de outras formas.
    Tbm sou contra cama compartilhada. meu filhos dormem no quarto deles desde que chegaram da maternidade. O mais velho, agora com 2 anos e 9 meses, as vezes acorda de madrugada e dorme na nossa cama, mas já estamos trabalhando para que isso acabe.
    Não acho saudável um filho grudado 24 horas na mãe, nem para a mãe e nem para o filho. Eu amo meus filhos, adoro ser mãe, mas ter independência, trabalhar fora, me fazem ser uma mãe melhor. E vejo meus filhos tranquilos, “independentes” mas, mesmo assim, super ligados em mim e no meu marido.
    Sei que é polêmico e respeito qualquer outra postura. Essa é a minha opinião!
    Ah, tbm sou super ligada em regras. aqui os 2 fazem TUDO com horário marcado. Tem gente que me acha maluca mas, sinceramente, eles estão super bem e acho que rotina é tudo na vida de uma criança.
    Beijos!

    • Em 14 de maio de 2012 em 13:54 raquel respondeu com ... #

      Concordo 100% com a tua última frase, Roberta: rotina é tudo na vida de uma criança! Os meus filhos, ao menos, sempre se deram muito bem com esse esquema. Só que nada aqui em casa é inflexível, a gente vai adaptando os horários e afazeres conforme as necessidades e o desenvolvimento deles. Beijos.

      • Em 14 de maio de 2012 em 15:40 Roberta respondeu com ... #

        Tbm tento ser flexível, Raquel, mas confesso que tento manter tudo na hora certa! Aqui em casa tentamos fazer nossos passeios sempre em torno da rotina. Não é fácil, mas a medida que os meninos vão crescendo tudo se torna mais fácil. Claro que as vezes o diua fica todo enroscado, a soneca da tarde não sai ou qualwuer outra coisa que atrapalha tudo, mas é raro.
        Beijos

  4. Em 14 de maio de 2012 em 12:03 Júlia Klein Mees respondeu com ... #

    Raquel, eu penso muito parecido contigo. Fico me questionando que adultos se formam com esse modelo, nao que o meu modelo seja o correto. Mas fico sempre pensando como essas crianças e futuros adultos irão tolerar a frustração, se desde cedo nao passam por privações…acho que existem outros meios de passar tempo com os filhos transmitindo muito amor, segurança…deixo claro que sou totalmente a favor da amamentação! Bjsss

    • Em 14 de maio de 2012 em 13:55 raquel respondeu com ... #

      Ai, Júlia, eu sempre me questiono sobre que adultos estamos formando… Parece que cada passo ou decisão que tomamos vai influenciar a vida deles no futuro (para o bem ou para o mal). Difícil ser mãe, né? Beijos.

    • Em 16 de maio de 2012 em 2:40 Daniela respondeu com ... #

      Júlia,
      Eu fui criada por uma praticante do Attachment Parenting. Tenho 26 anos, tolero muito bem as frustrações e sou advogada (trabalho com regras, portanto).
      Criar com afeto não significa não dar limites apenas dá-los com afeto.
      Toda criança passa por privações. Mamando ou não prolongadamente, mamando ou não em livre demanda. Eu como e bebo a hora que tenho vontade e isso não me torna uma anarquista ou rebelde. Eu prefiro dar limites ao meu filho onde eles se fazem necessários.
      Se eu pensar no tipo de adulto se formou com esse modelo, eu fico muito feliz com o resultado! E minha mãe, tenha certeza, também!

      • Em 16 de maio de 2012 em 13:04 paula respondeu com ... #

        Dani, nada como saber argumentar, né? Conversar contigo já me fez mudar de ideia sobre muitas coisas…

  5. Em 14 de maio de 2012 em 13:34 Sany respondeu com ... #

    Olá Raquel!!!

    Adorei ler a tua opinião, pois concordo plenamente contigo,adoro rotina para bebes e as regras para a educação dos nossos filhotes, pois vivemos em uma sociedade cheia delas,então acho melhor incorpora-las desde cedo, para não torna-los filhos rebeldes , enfim cada um sabe de si, mas gostei de ler o teu post, acho que estou no caminho certo! Um beijão bem grande pra vocês!

    • Em 14 de maio de 2012 em 13:56 raquel respondeu com ... #

      Sany, que bom te “ver” por aqui!!! Como está tua princesinha? Já falei nos comentários anteriores que sou fã da rotina estruturada para as crianças. Se a tua filha está bem adaptada com esse esquema também, então estás no caminho certo! Beijos.

  6. Em 14 de maio de 2012 em 15:40 Carol P respondeu com ... #

    Esse assunto da muito pano pra manga, sexta passada disutimos muito o tema em um grupo q participo. Pq quem eh a favor desta teorica tem a tendencia em tentar convencer o mundo q eh o melhor, e dai q mora o perigo. Acho temas polemicos otimos para trocar ideias, mas as vezes se tornam assuntos chatos quando alguem nao respeita a opniao alheia.
    Eu concordo com vc, pessoalmente acho que eh um pouco demais amamentar depois de 1 ano, mas respeito.

  7. Em 14 de maio de 2012 em 16:33 paula respondeu com ... #

    Gurias, adorei o post da Raquel! Ele veio em boa hora. Vocês viram o bate-papo ontem do Fantástico sobre disciplina? Admirei a posição da Malu Mader. Não que eu concorde 100% com ela (acho, sim, que a criança precisa ter ALGUNS limites). Mas adorei ouvir uma opinião diferente numa época em que todo mundo fala a mesma coisa… Como jornalista, sempre me questiono se os depoimentos são reais. Não é possível que todo mundo pense igual… É? E a minha profissão já me ensinou que nem sempre as pessoas falam o que realmente pensam e fazem. Confesso que estou um pouco cansada dos discursos politicamente corretos… Pode isso, não pode aquilo. Cada um saber o que é melhor pra si e ponto final. As pessoas autênticas, que dão a cara pra bater, vão sempre receber as minhas palmas. Falar o que todos querem ouvir é fácil… Difícil é ser diferente. Por isso gostei tanto do depoimento da Daniela Policarpo no último It Mommies.

    • Em 14 de maio de 2012 em 17:58 Alana Porto Alegre respondeu com ... #

      Gurias, este é um assunto muito polêmico e com consequências difíceis de se avaliar com antecedência. Mas as nossas atitudes enquanto mães tem que ser coerente com o que pensamos e com o que faz nos sentirmos bem. Meus filhos nunca dormiram no meio da minha cama, pq acho que este é um “espaço de gente grande” e os pequenos ficando excluidos da intimidade do casal, terão uma noção de limite necessária para que possam crescer de forma saudável. Acho que quando eles tiverem com a namorada, não vão querer a mamãe ali no meio. Além de mãe, sou mulher, sou esposa, e acho importante eles saberem isto.

    • Em 14 de maio de 2012 em 19:13 Ingrid respondeu com ... #

      Paula. eu achei admirável também a postura da Malu! Eu vi a matéria, achei sinceramente a postura chinesa exagerada. Pra quem não viu, procurem sobre as mães-tigresas. Eu acredito sim em rotina, acredito que a criança fica mais segura sabendo o que vai acontecer e eu sempre tive algumas regras em casa, mas eu ainda não sei exatamente como vou fazer. Sou mãe de um bebê de 3 meses e aqui em casa eu tento ter bom-senso acima de tudo, às vezes é difícil, principalmente porque sou mãe de primeira viagem. Mas de todos os comentários que li, notei que todas nós concordamos que é muito importante o fator “sentir-se confortável”. Eu tento estabelecer regras, mas não sou o tipo de pessoa extremamente rígida (não consegui seguir o que preconiza a Encantadora de bebês por exemplo). Tem dias que o Nicolas dorme mais do que 3 horas e eu deixo, a pediatra disse que não preciso acordá-lo, ele está super saudável e pular uma mamada de vez quando não vai fazê-lo ficar doente. E ele dorme no berço no quarto dele desde que completou 1 mês, ele acorda 1 vez durante a noite, levantamos (meu marido e eu) para vê-lo e a vida segue…

      • Em 14 de maio de 2012 em 19:19 paula respondeu com ... #

        Ingrid, acredito muito no caminho do meio… Mas o meio pra mim pode ser diferente do que é para ti, né? Então, acho que cada pai tem que ter SENSIBILIDADE para saber o que funciona e o que não funciona com o seu filho. Não acredito em verdades prontas. Cada história é uma história. Temos que ser flexíveis!

      • Em 15 de maio de 2012 em 12:10 raquel respondeu com ... #

        Ingrid, sou horrorizada com essa mãe-tigre, desde a primeira vez em que li uma matéria sobre o assunto, discordei totalmente!

  8. Em 14 de maio de 2012 em 19:11 Ariana Kuriki respondeu com ... #

    Oi, Raquel como vc já sabe tenho uma menininha de 3 anos aqui em casa, e infelizmente eu amamatei só até os 4 meses e meio pois, voltei ao trabalho embora também não tenha se tornado um drama.Até pouco tempo, leia-se quinta-feira passada kkkkk a Luiza dormia na minha cama com o meu marido, e como já te disse também não tinhamos o menor problema com isso.Como ela me deu muito trabalho para dormir eu desisti de ficar levando ela para o berço toda vez que acordava e resolvemos em comum acordo eu e meu marido em deixarmos ela com agente na cama até para podermos descansar.Agora que completou 3 aninhos resolvemos comprar uma caminha e começar o processo de levá-la para a cama dela.Levamos ela para fazer xixi e eu ou marido explicamos que ela vai deitar em sua caminha e dormir lá e ficamos lá do ladinho dela até ela adormecer.Por enquanto tem dado certo.As pessoas qdo eu falava que ela dormia comigo falavam muito mal, chegaram a falar que ela só ia sair qdo completasse 18 anos.Mas, eu não ligava pois, vir me ajudar de madrugada com ela ninguém queria não kkkk.Então dane-se.Eu sou super tranquila em relação as opiniões alheias.Eu acho que cada um sabe onde dói seu calo e cada um deve encontrar a sua rotina ideal.A única coisa que eu sou chata é com horários,ela faz tudo sempre nos mesmos horários, até pq como vai na escolinha desde os 4 meses ela está super acostumada a ter horário para tudo.

    • Em 15 de maio de 2012 em 12:10 raquel respondeu com ... #

      Que amor, Ariana, ela entendeu que já era hora de sair da cama de vocês! Beijos.

    • Em 16 de maio de 2012 em 2:27 Daniela respondeu com ... #

      Hahaha, sabe que eu é que falo isso pros pitaqueiros, quando perguntam até quando o Lorenzo vai dormir comigo eu digo que até os 18 anos, quando ele vai preferir dormir com a namorada.
      Sempre digo que pra quem quer ajudar eu tenho roupa pra passar, louça pra lavar, que pitaco não me ajuda em nada! Hahahaha

      • Em 16 de maio de 2012 em 13:01 paula respondeu com ... #

        Daniela, tu és uma figura ímpar! hehehe

  9. Em 14 de maio de 2012 em 21:16 Daniele Schreiber respondeu com ... #

    Nossa, adorei o post da Paula e da Adriana, é o que eu penso tbm. Quando tive a Lauren, hoje com 3 anos, era super encanada e neurótica, queria que minha filha fosse o símbolo da perfeição, mas não foi bem assim que aconteceu e acabei mudando minhas ideias. Desde o nascimento minha guriazinha dormiu no berço, ao lado da minha cama, e quando ela tinha 2 anos e 1 mês simplesmente pediu para dormir no seu quarto (que já tinha uma cama) e desde então não dormiu mais no berço, por conta própria. Fiquei muitas vezes preocupada com o que as pessoas me diziam sobre como criava ela, acostumada no meu quarto, sendo embalada para dormir, ou dormindo no peito, que já estava maior (com quase 1 ano) e nunca tinha dormido uma noite inteira (isso era o fim do mundo para mim), quase pirei. Demorou mas desencanei, e apesar de toda essa “proximidade”, minha filha é muito mais independente e decidida do que eu, tudo partiu de sua vontade, largar as fraldas diárias(com 1 ano e 9 meses), as noturnas com pouco mais de 2 em pleno inverno e dormir sozinha. Amamentei ela até os 2 anos e 2 meses, quando descobri que estava grávida do Arthur que hoje tem 5 meses (por sinal hoje encontrei seu 1º dentinho, hehehe), também de maneira bem tranquila, sem traumas. Meu pensamento atual, é que quem tem saber a maneira de acostumar e educar o filho são os pais, seu eu quiser embalar meu bebe até não sentir mais os braços, tudo bem o problema é meu, seu quero amamentar até os 5 anos também, desde que minhas decisões não interfiram na vida das outras pessoas, o que importa é o que eu e meu marido pensamos. Como escreveu a Paula, tudo parece muito perfeito, mas nem sempre as coisas são assim. Hoje, com o Arthur sou muito mais desencanada do que fui com a Lauren, já sei alguns caminhos, e sei também que esta fase passa tão rápido que não se deve perder tempo com nada, não é mesmo!! Beijão em todas as mamães e seus filhotes!!

    • Em 15 de maio de 2012 em 12:07 raquel respondeu com ... #

      Daniele, dos filhos da gente só quem sabe somos nós, não é? Sabe que eu sempre nanei meus filhos no colo para dormir (sentada numa poltrona, claro, senão não há coluna que resista!), e as pessoas teimavam em me dizer que isso faria eles sempre dependerem de mim para dormir, que toda vez que eles acordassem de noite iam me chamar para embalá-los de novo até pegarem no sono, que nunca dormiriam a noite inteira, etc. Pois bem: ambos dormem a noite toda (inclusive a Valentina, desde os 6 meses de idade), o Frederico depois que ficou grande passou a dormir na caminha dele com a gente do lado, mas nunca acorda no meio da noite (a não ser quando está doente). Os dois dormem 10 horas seguidas, e eu AMO fazer a Valentina dormir no meu colo, olhando para o seu rostinho e dando carinho. Se está errado eu não sei, mas que é muito gostoso, isso é. E não quero perder esse momento, pois depois eles crescem e nem cabem mais no nosso colo! Beijos.

  10. Em 15 de maio de 2012 em 8:37 Juliana Petersen respondeu com ... #

    Gurias,
    Sabem que quando eu estava gravida da Duda, lia tudo que era livro sobre bebês!!! Li a encantadora, li o nana nenê e tantos outros… Quando ela nasceu fiquei meio paranóica e isto me fez muito mal… Acho que a ficha só caiu realmente quando ela tinha uns 3 meses, e meu marido me olhou e me disse: “Tu é a Mãe dela, tu sabes o que é o melhor para ela!!!”
    Eu ficava preocupada demais, para que as coisas saíssem como estava escrito no livro, queria que tudo fosse perfeitinho… Nao queria colocar ela na cama com a gente de jeito nenhum, pois morria de medo que depois não saisse de lá, e tantas outras coisas que ouvimos falar… Hoje acredito que o importante é estarmos seguras do que estamos fazendo e passar esta segurança para eles, e tudo vai bem!!!
    Sabes que depois que caiu a ficha, melhorei muito!!! Mas tbm nunca mais li livro nenhum sobre criação de filhos, tamanho foi o trauma – rsrsrsrsrs… Pois sei que para mim não faz bem, começo a comparar, e por mais que não queira, piro!!! Hahahahahaha
    A Duda dormiu no berço no meu quarto até 1 ano, depois foi tranqüilamente para o quartinho dela, onde dorme até hoje…. Dorme na caminha dela, eu conto histórinhas e fico ao lado até ela pegar no sono…. Já dormiu na nossa cama tbm, no meio de nós 2 o que é muito gostoso, desde que não se torne rotina (minha opinião)… Amamentei até os 8 meses, e não pretendia passar de 1 ano!!! Ela é uma criança muito feliz e tranquila dentro da rotina (não tão regrada) que seguimos em casa!!! E agora com a Maninha quase nascendo eu estou bem mais tranquila com relação a todas as opiniões alheias, e a nossa maneira (minha e do meu marido) de criar nossas filhas!!!!
    Como todas já falaram, não existe o jeito mais certo, e sim o jeito de cada um, de cada família!!!
    O importante é estarmos tranqüilas e felizes, e proporcionando momentos de alegria e segurança para nossos pequenos!!!
    Beijos

    • Em 15 de maio de 2012 em 12:02 raquel respondeu com ... #

      Renata, também acho que nenhum livro, manual ou teoria deve ser seguido ao pé da letra, pois todos nós (e nossos bebês) somos humanos e, portanto, repletos de variações, respondemos de forma diferente a estímulos, à rotina, etc. Assim, o importante é conhecer a regra ou teoria, para sabermos se queremos usar, e como adaptar ao nosso filho. E o que menos importa são as opiniões alheias, sem dúvida! Beijos.

  11. Em 15 de maio de 2012 em 12:01 Jaciana (mãe da Júlia) respondeu com ... #

    Parabéns pelo post Raquel. Achei maravilhosa a discurssão.
    Agora vamos ao meu ponto de vista.
    Se tinha uma coisa que eu sempre tive em mente antes mesmo de engravidar, era de não amamentar meu bebê por mais do que 1 ano, na verdade eu pensava que só amamentaria até os 6 meses. Com 4 meses voltei ao trabalho e hoje a Júlia está com 7 meses e eu continuo amamentando, só pela manhã e a noite antes dela dormir. É muito incrível esse contato mãe e filho, antes eu pensei que não me sentiria confortável, mas não mudei de opinião quanto até que idade amamentar, a Júlia está com 7 meses e pretendo amamentá-la no máximo até 1 ano. Acho mais do que suficiente. Eu ficava horrorizada quando via algumas mães dando o peito para aqueles meninos que mal cabiam em seus colos…foi a mesma impressão que tive quando vi a capa da Time, não conseguia entender e não conseguia concordar com aquilo. Já vi casos da criança puxar a blusa da mãe para mamar em locais públicos, entrar no quarto do casal no meio da noite para mamar e etc… A Júlia tbm sempre dormiu em seu berço, desde que chegou da maternidade, e espero que continue assim. Não sou radical, acho que ninguém deve criar seus filhos como em um quartel general (como as mães chinesas) mas rotina e regras tem de ter sempre.
    Um bju!

    • Em 15 de maio de 2012 em 12:13 raquel respondeu com ... #

      Jaciana, eu também não me sinto confortável com essa questão das crianças grandes mamando no peito, mas tem mãe que curte… Para mim, 1 ano é o limite! Amo amamentar, mas chega uma hora que ter o meu corpo de volta só pra mim é importante… Deixar de ser tão mãe e ser um pouco mais mulher, sei lá. Mas cada cabeça, uma sentença, né? Ah, gostei da expressão “quartel general”, hehe. Também não gosto do esquema das mães chinesas. Beijos.

      • Em 15 de maio de 2012 em 13:33 Jaciana (mãe da Júlia) respondeu com ... #

        Obrigada pelo Feedback Raquel.
        Concordo com tudo que dissestes.
        Estou me sentindo exatamente como vc descreveu: ” quero ter meu corpo de volta só pra mim e deixar de ser tão mãe e ser um pouco mais mulher”
        Bjus!

  12. Em 15 de maio de 2012 em 21:49 Fernanda respondeu com ... #

    Olá meninas… Realmente no mundo materno sempre teremos questões polêmicas. E uma das campeãs e a amamentação! Eu até hoje amamento o João Pedro porque ele tem alergia aos leites artificiais. Eu mesma tinha muito com amamentação versus dentes e tudo mais. Hoje o que mais me importa é a felicidade e a saúde do meu filho :)

    • Em 15 de maio de 2012 em 23:27 paula respondeu com ... #

      Tens toda razão, Fernanda! Eu também tô sempre revendo meus conceitos depois que virei mãe. Nada é mais importante do que a saúde e a felicidade de um filho. Nada!

    • Em 15 de maio de 2012 em 23:27 paula respondeu com ... #

      Tens toda razão, Fernanda! Eu também tô sempre revendo meus conceitos depois que virei mãe. Nada é mais importante do que a saúde e a felicidade de um filho. Nada!

  13. Em 16 de maio de 2012 em 1:33 Daniela respondeu com ... #

    Raquel,

    Segundo estudiosos, a amamentação prolongada beneficia a independência, pois dá uma base sólida à criança de que suas demandas serão atendidas. Na verdade, acredito muito nisso, pois mesmo se não amamentasse no peito, meu filho não iria até a cozinha, prepararia sua mamadeira, beberia o leite e depois lavaria a mamadeira. Continuaria dependendo de mim de igual forma, apenas sem o contato físico – que pra mim é a melhor sensação.
    Nem sei se poderíamos chamar amamentar até os 2 anos de amamentação prolongada, pois é a indicação da OMS, que está na caixinha de leite… O que eu sei é que não vou desmamar o Lorenzo até saber que isso não será traumático pra ele. E no momento seria muitíssimo.

    O Lorenzo sempre mamou em LD e tem uma postura bem independente. Ele faz música com uma pedagoga que ressaltou isso quando o conheceu “Ele só tem um ano? Ele é muito independente.”

    É tanto que eu planejava só colocá-lo em escolinha após os dois anos e já percebi que terei de rever minha postura pois ele quer e precisa conviver com outras crianças.

    Na viagem pra Cancun, havia uma brinquedoteca com cuidadora pra crianças maiores de 18 meses. O Lorenzo em 14, mas a cuidadora disse que ele era bem avançado, que ela ficaria com ele. Eu deixei ele, dei tchau e saí. Ele ficou. Bem. Eu é que não! Mas passa!

    Eu é que sou dependente! hehehe

    Beijo

    • Em 17 de maio de 2012 em 10:39 raquel respondeu com ... #

      Daniela, respeito tuas opiniões, embora aqui em casa eu adote atitudes diferentes. Só deixei meu filhos mamarem em livre demanda no primeiro mês de vida deles, pois acho que todo o mundo tem que ter horário para comer, e gosto que a família faça as refeições reunida: o Frederico toma café da manhã e almoça sentado na mesa conosco, tem hora para lanche, e janta no mesmo horário da Valentina (eu e meu marido jantamos mais tarde, pois meus filhos jantam às 19 hs porque dormem cedo, às 20 hs). Eu sou assim, preciso de regras, horários e rotina para viver. E viva as diferenças, né?! Hehehe… Beijão.

      • Em 19 de maio de 2012 em 2:51 Daniela respondeu com ... #

        Raquel,
        Concordo plenamente, é de diferença que vive o mundo!
        Quis dar um contraponto porque minha vivência familiar é muito diferente do que se convenciona chamar de normal…
        Embora o normal seja absurdamente cultural né?
        Minha cunhada é coreana. Quando eu estava grávida do Lorenzo eu disse a ela cheia de orgulho “Vou amamentar o Lorenzo até os dois anos!”. Ela me respondeu “Só?”.
        Ela mamou até os 5… Se essa foto fosse publicada na Coréia, não teria sido polêmica nenhuma!
        Beijos

        • Em 20 de maio de 2012 em 19:00 paula respondeu com ... #

          Hum… que interessante, Dani… Não sabia…

        • Em 21 de maio de 2012 em 12:36 raquel respondeu com ... #

          Daniela, sem dúvida que o normal é relativo! Interessante essa história da tua cunhada coreana, eu não sabia disso! Agora, como nós seguimos os exemplos dos nossos pais em geral, né? Fazemos e damos para os nossos filhos aquilo que recebemos… Meus pais também não nos deixavam dormir na cama deles, e minha mãe nos amamentou somente até 1 ano de idade. Fomos criadas com muito amor, mas num modo de educação mais convencional, com regras e rotina. E eu repito muitas dessas coisas com os meus filhos hoje em dia! Só que sempre fazemos ajustes e adaptações à nossa realidade, claro… Beijos.

          • Em 21 de maio de 2012 em 16:41 Daniela respondeu com ... #

            Ih Raquel nem me fala, “ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais”.
            Tem coisas que eu quero muito fazer diferente, mas, no geral, fazemos aquilo que recebemos mesmo!
            Eu nasci de um PN lutado, porque tinha circular de cordão e não queria nascer de jeito nenhum, minha irmã mais nova de cesárea. Eu não achava que tinha outra alternativa além de parir o Lorenzo, minha irmã nem pensa nisso, quer cesárea!
            Louco né?

  14. Em 16 de maio de 2012 em 2:19 Daniela respondeu com ... #

    Parte 2 porque eu segui pensando no assunto…

    Estava pensando na frase final. Eu não acho que o Attachment Parenting seja uma prática adotada pra que a mãe descanse ou pra que o bebê se acalme, acho que é uma prática que se aplique pensando no que é o melhor pro bebê – não estou querendo dizer que essa prática é a melhor pro bebê, mas que quem aplica, eu inclusa, aplica por achar o melhor pro bebê.

    Eu já joguei nos dois times e, PRA MIM, não tenho dúvidas de que a criação com apego ganha de lavada.

    Sabes que eu nunca lembro de me dar como exemplo, mas meu pai era militar quando eu nasci e aos 2 anos eu morava há 500km de distância dele com minha mãe. Redundante dizer que eu dormia com ela?

    Eu mamei até os dois anos. Meus irmãos até os 9 meses e sou a mais independente deles.

    Acho que não poderia ser mais independente. Desde pequena eu nunca pedi por nada mais do que uma vez. Lembro que aos 12 anos eu pedi pro meu pai instalar um mural na parede e ele não fez. Eu peguei a furadeira e instalei.

    Eu poderia até dizer que minha família é a prova viva de que a amamentação “prolongada” gera crianças independentes, mas não acho… Acho que personalidade é inata. A Valentina não nasceu independente?

  15. Em 17 de maio de 2012 em 0:32 Preta respondeu com ... #

    Gente, acho que a discussão esta indo por um caminho errado. Não creio que seja questão de que tipo de adultos serão nossos filhos pq mamaram ou não até “x” idade. Também a daniela tem argumentos suficientes, pois foi criada assim.
    Eu não acho legal por motivos bem simples, e perdoem-me se estiver sendo muito simplista:
    1. Penso que criança que tem dentes e come churrasco não deve mamar no seio materno
    2. Chega uma hora que a mama não é mais da criança, e sim do marido
    3. Leito compartilhado, só em momentos familiares de carinho. Para dormir, cada um na sua cama.
    Tem funcionado bem aqui em casa, e todos nos amamos muito!

    • Em 19 de maio de 2012 em 3:03 Daniela respondeu com ... #

      Preta,

      Meu filho é vegetariano, não come churrasco, ele pode continuar mamando!
      E olha, quando ele parar de mamar o seio vai continuar sendo meu viu? Fui eu que paguei, é meu!

      * Não sei se preciso explicar, mas é brincadeira!

      Em relação ao meu comentário o que quis foi trazer a minha experiência, pois acho que é disso que se trata, e não de tentar trazer fiéis pro meu culto. Hehehe.

      Não tenho a menor intenção de dizer que a forma que faço é a certa, ela certamente é a certa pra mim, pro Lorenzo e pro meu marido. E ponto.

      O que me chateia é o questionamento do tipo de adulto que estou criando. Eu fui criada assim e não sou nenhuma criminosa eufórica que não pode ouvir não…

      Meu lema é “quem não conhece o desrespeito não sabe desrespeitar”.

  16. Em 17 de maio de 2012 em 15:56 Sigrid (mãe do Arthur) respondeu com ... #

    Sabem o que eu acho?! Que TODAS NÓS estamos certas aqui, todas. Sabem por quê? Porque nós CUIDAMOS de nossos filhos. De um jeito diferente? Sim, cada uma com sua opinião, valores, experiências de vida, etc. Mas o que mais importa é que exercemos a maternidade da melhor forma que podemos. E por que estou falando isso? Pq grave e triste mesmo é mãe que não cria seus filhos, que abandona, engravida em presídio… Vcs leram a Crescer deste mês? Pois é… Se puderem, leiam. Posso até estar fugindo do tema do post (a capa é provocativa mesmo), mas acho que todas aqui estamos de PARABÉNS, pois de um jeito ou de outro, somos as melhores mães que podemos, e isso é louvável. Beijo a todas!

    • Em 17 de maio de 2012 em 17:55 raquel respondeu com ... #

      Adorei teu comentário, Sigrid! Faço das tuas palavras as minhas… Beijo.

  17. Em 18 de maio de 2012 em 11:16 jaqueline respondeu com ... #

    Olá meninas!!! tudo bem Paula e Raquel?! me chamo Jaqueline tenho 31 anos, e meu lindo bebê tem (2 anos e 6 meses) e ele se chama AUSTIN, com muito carinho gostaria que soubessem que fazem o mães a obra ser uma grande companhia para nós mamães, trazendo todos os tipos de assuntos que amamos…procuro ler todos os dias, muito obrigado, pois eu sempre quis abrir um site assim que tivessem importantes assuntos, ou melhor do nosso mundo de mães, voceis estão de parabéns!!! e pelo tempo também que voceis dedicam junto com agente por sermos mamãesss!!!
    Meninas! sobre o assunto de amamentação, eu queria dizer que eu gostei muito de todos os comentários, mas devo confessar que (EU SOU ESSA MULHER DA CAPA DA REVISTA AMERICANA, MENTIRA? NÃOOOOOO….VERDADE, ONDE ESTOU O MEU FILHO QUER FICAR ASSIM, COMO O MENINO). Sei meninas que para algumas mães isso é um absurdo, mas aprendi como mãe que não devemos fazer o que os outros acham que é certo e sim o que nos faz bem, e para os nossos amados filhos. Sou uma mãe que passo quase o dia inteiro no trabalho, saio correndo para buscá-lo na escolinha, então quando vejo aquela carinha linda me pedindo mamá, não tenho como negar, acho que é a forma que tenho de lhe dar um pouco de aconchego, de amor e atenção, pois sinto que ele se acalma e fica muito feliz, fora a saúde dele que é algo que sempre me surpreende, poucas vezes ele ficou doente, e o pediatra sempre me diz que é o leite combate muitas doenças e ajuda no crescimento, procuro colocar tudo isso num conjunto de coisas boas e também penso que daqui a pouco os nossos filhos iram crescer e não vão nunca mais voltar a mamar, então por enquanto não tenho uma previsão sobre esse assunto…..espero poder ter ajudado a outras mães como eu, que ainda estão amamentando, e que sabem que não é fácil….tirar o peito deles, entenderem que esse nosso universo é muito complexo, demaissss, porém sabemos que ele é o mais lindo e gostoso. Mas quero deixar a dica de que durmimos melhor quando acreditamos termos feito o melhor para os nossos filhos como (MÃES) sempre faço aquilo que o meu coração me diz. Bjsssssssss para todas nós mamães, do mães a obra e para voçeis Paula e Raquel.Que Deus abençoe á todas nós e nossos lindos filhos.

    • Em 21 de maio de 2012 em 13:23 raquel respondeu com ... #

      Jaqueline, acredito que o nosso coração sempre nos guia pelo melhor caminho! Beijos.

  18. Em 18 de maio de 2012 em 16:15 Luciana respondeu com ... #

    Daniela, a minha sogra adorava perguntar quando a Luiza (hj com quase 6 anos) ia sair da minha cama! eu respondia “acho que antes de casar ela sai”!! kkkkk
    a Luiza dormiu conosco ate os 18 meses, nao prejudicou em nada a nossa relacao de casal. Mamou ate os 2 anos. Tenho orgulho disso tudo…. pois eu supri as necessidade emocionais dela. eu gostaria que ela tivesso dormido no berco desde nene mas ela nao ficava….chorava….. nao tenho estomago para fazer o “cry out”! tentei tira-la do peito aos 18 meses (a contragosto do pediatra) e ela nao estava pronta. ela eh uma crianca maravilhosa, feliz e acho que sera uma adulta bem resolvida (ao contrario da minha cunhada – kkkkkkkk) pois como disse antes eu supri as necessidades emocionais dela! ah, e sem falar que ela ate hj so tomou antibiotico 2 vezes!!! meu leite eh “porreta”!! LOL
    nem preciso dizer que a julia (2 anos 2 meses) seguiu os mesmos passos…..
    a Julia eh independente, decidida, como diz meu marido: she is a risk taker!!
    enfim, escrevi tudo isso so para dizer que adorei teu comentario do “pitaco”!! by the way, parabens a todas a maes por criarem os filhos como querem, gostam e acreditam que seja a melhor maneira. isso eh o mais importante. seguir nosso coracao, estar feliz e segura com as nossas decisoes eh essencial para nossa “paz”! beijao, bom final de semana

    • Em 19 de maio de 2012 em 2:45 Daniela respondeu com ... #

      Luciana,
      Eu tentei desmamar o Lorenzo noturno… Ate consegui, mas ele ficou irreconhecível, chato, manhoso, birrento, gritão (oh, não, eu odeio gritos). No final ele já não acordava mais a noite, então eu nem podia voltar atrás. Na viagem pra Cancun ele voltou a acordar a noite e eu voltei a amamentá-lo – achei que não seria uma boa ideia deixá-lo gritar no hotel de madrugada.
      A parte ruim é que agora parece que ele quer tirar os atrasados, a parte boa é que ela mudou muito durante o dia e está bem mais feliz – e, ao contrário do que era pra acontecer, eu também porque a convivência fica muito mais fácil.

  19. Em 21 de maio de 2012 em 17:03 Luciana respondeu com ... #

    happy kid = happy mom : )

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