Minha mãe é fabulosa!
Por Paula Tweedie
Se tem uma coisa que eu gosto de fazer é ler, mas desde que engravidei do Santiago abandonei a “boa literatura” (que os meus ex-professores de letras da PUC não vejam este post). Enquanto no último ano meu marido leu T-O-D-O-S os livros de Fiódor Dostoievski traduzidos para o português (a próxima meta é ler em russo hahaha), eu me diverti com publicações bem ao estilo “mulherzinha”.
Vocês chegaram a ler o post da Raquel O pior dos problemas da gente é que ninguém tem nada com isso? Aiaiai, o chapéu serviu perfeitamente em mim (risos). 99,9% dos meus assuntos têm a ver com maternidade. É certo que estou virada numa chata… E deve ser por isso que as minhas amigas já não me convidam mais para Happy Hour com a mesma frequência de antigamente.
Não tem mamães na minha turminha de vida toda. Minhas amigas mais chegadas nem casadas são. Muitas delas não têm namorado e ainda curtem as mordomias da casa dos pais. Virar mãe, então, me obrigou a aumentar o círculo de amizades. Tive que achar pessoas que, assim como eu, estão envolvidas nesse mundo de fraldas, mamadas e tip-tops. A Raquelzita faz parte desse time e é um dos grandes presentes que o Santiago me deu (obrigada, filho). Está sempre pronta para ouvir e me ajudar no que for necessário (queriiida!).
Esses dias, comentei com ela que não tem uma vez que eu vá na livraria Cultura e não traga para casa um livro que trate do universo infantil. Ela me deu uma dica muito boa, que vou dividir com vocês. Tentar intercalar leituras “de mãe” com leituras sobre assuntos gerais para não esquecer que, sim, existe um mundo adulto lá fora que não parou porque mergulhamos com tudo na maternidade, sem direito a paradas para pegar mais oxigênio fora.
Enquanto ainda não consigo colocar em prática essa super idéia da minha amiga, aí vai mais uma dica de leitura para fazer o seu Machado de Assis se revirar no túmulo:
E é claro tudo isso sem descuidar do seu bem-estar e do seu relacionamento afetivo.
Toda mãe pode se sentir despreparada ou com dúvidas em algum momento do longo percurso da criação dos filhos. Desde a descoberta da gravidez até a escolha da melhor faculdade. É uma longa trajetória e ser uma boa mãe é fundamental para dar condições de as crianças crescerem de forma saudável e feliz. Um guia sobre a delicada relação entre mãe e filhos – de todas as idades.”
Gurias, se a felicidade do meu pequeno dependesse da leitura desses livros de auto-ajuda, o futuro do Santiago estava garantido (risos).
E vocês? Também estão presas ao mundo infantil assim como eu?







Camila Saccomori: “Vamos por partes:
1. Paula, adorei o post! Tinha perdido o post original da Raquel Pötter Guindani.
2. Gurias, acho que eu ando “mãe-chata” também (pras amigas sem filhos). ACHO. Não tinha me dado conta ainda. ACHO.
3. Quando nós 3 vamos nos reunir pra falar do melhor assunto do mundo e meu assunto preferido? Hehehehe.”
Camilaaa, como estão os teus horários??? Sempre sou parceira pra falar sobre o melhor assunto do mundo. Hehehe
Paula, amo esses teus posts, teu humor em falar a pura verdade! hehehe Me sinto muito como tu!!!! beijao
É mesmo Alessandra? Hehehe. Que bom!!! Beijos nos guris.
Paula, achei que era eu…hahaha!
É claro que tu és fabulosa, mãe! Vou preparar um post em tua homenagem, ok? Hehehe
Oi Paulaaaa!!! Tudo bem?! Queria te agradecer pela dica desse livro, pois ele parece ter coisas importantes para nós. Esse livro tem uma capa linda, e a lembrança de ter uma mãe e os seus filhos ali, nos traz uma vontade de ler. Mas devo confessar que vejo que aqui no Mães a obra somos quase iguais, hahahaha, pois eu e meu marido tbm fizemos muito mais amizades através do Austin, pois esse universo infantil, além de ser ótimo e lindo de viver, ainda nos faz conhecer outros (PAIS) muito bacanas, com quem podemos conversar abertamente sobre os nossos filhos, sem parecermos ser chatos e repetitivos nos assuntos de crianças. Gosto muito de um bate papo de mães queridas e que sabem tbm dar dicas bem bacanas como essa que a Raquel te deu e assim tbm vou tentar colocar em prática a dica dela, e depois comento como foi. Será que eu consigo??? Hahaha Espero que sim. Bjssssssssssss Ah, Paula, queria te dizer que amoooooooooo festas infantis tbm, e olho todas aqui do mães a obra e amo o estilo de festas personalizadas. Aprendi várias dicas aqui com vocês e ameiiiiiiiiii todos os três aniversários do Santiago, ele tem uma carinha linnnda e parece ser uma criança muito meiga!!! Adoro quando vc fala sobre ele. O Austin faz aniver no final do ano, e ele já está como eu, querendo que chegue de uma vez a sua festinha!!! É uma delícia preparar uma festa para os nossos filhos né! Bjssssssssss e até outra hora.
Oi Jaqueline! Tudo ótimo e contigo? Depois me conta se a dica do livro realmente valeu a pena. Sobre fazer novas amizades em função das crianças, isso é legal demais, né? Adoro conhecer pessoas novas. Quanto às festas, obrigada pelo elogios em relação aos aniversários do Santiago. Foram 3 propostas completamente diferentes. Quero ver se invento uma outra coisa ainda mais diferente para o próximo ano… Já estou com várias ideias. Pensar nessas coisas é bom demais, né? O aniversário dele foi agora em maio, mas todos os dias ele me pergunta quando chegará o próximo… É festeiro como a mamãe. Ainda bem.
Beijos pra ti e pro Austin.