Tudo de novo outra vez

É com imensa alegria que hoje venho contar aqui para vocês que estou grávida novamente. Completei 12 semanas de gestação na sexta-feira passada, e agora já posso dizer para todo mundo que o Frederico vai ganhar um irmãozinho (ou irmãzinha)!

Eu e meu marido planejamos esse segundo filho, e tudo deu certinho, a diferença entre o Frederico e o bebê será de 2 anos e 5 meses. Estamos muito, muito felizes.

No final de julho, terei novamente um bebezinho nos meus braços! É tão emocionante ver a nossa família crescendo, cheia de amor, planos, realizações… Eu sempre sonhei com uma família grande, afinal de contas, na minha casa somos quatro irmãs. E dar um irmãozinho para o Frederico é o melhor presente que poderíamos oferecer para ele, não é mesmo?

E, para quem quer saber se com a segunda gravidez somos diferentes do que na primeira e nos importamos menos, posso dizer o seguinte: a emoção é tão grande como da primeira vez, assim como o amor, a única diferença é que, por não ser principiante, me preocupo menos com certas coisas. Já sei o roteiro, entendem? Sei que aos três meses os enjôos passam de verdade, o que posso e o que não devo comer, quando a barriga vai aparecer, em que momento o bebê vai começar a mexer…

Mas tem uma novidade: dar atenção ao primeiro filho para que ele enfrente bem a chegada do(a) maninho(a). O Frederico está sabendo de tudo desde que eu descobri que estava grávida. Contamos para ele que tem um bebezinho dentro da barriga da mamãe. As reações foram as mais diversas possíveis: no início ele ignorou, depois começou a dizer que dentro da barriga da mamãe havia “dois meninos memos” – detalhe: memos quer dizer gêmeos para ele! Mas já fiz duas ecografias, e é um bebê só, viram?! Em seguida, notei que ele começou a ficar muito, mas muito mais grudado em mim. Ele não quer se separar da mamãe para nada, coitadinho. Acho que tem medo de me perder… De vez em quando, até rolam uns beijinhos na minha barriga, mas, em geral, meu filho prefere evitar o assunto. Ontem, ele saiu com essa: “eu quero ver o nenê que tá dentro da barriga da mamãe”, levantou a minha blusa e ficou mexendo no meu umbigo. E por aí vai…

Bem, mas hoje eu queria mesmo era contar a boa notícia, e dizer que, coincidentemente, esse bebê foi gerado junto com o Mães à Obra. Então, nada mais justo do que eu dividir esse momento aqui com vocês, contando o andamento da minha gravidez. Para tanto, a partir de agora, começaremos uma nova seção aqui no blog, chamada “Diário da Gestação”, onde toda semana contarei novidades sobre essa nova fase da minha vida. Aproveito para convidar todas as outras gravidinhas a dividirem suas experiências conosco, mandarem suas dúvidas e contarem o que está acontecendo em suas vidas. Afinal, a troca é muito enriquecedora, principalmente em um momento tão especial como esse!

Fraldas noturnas

Desde que o Frederico tinha uns 10 meses, começamos a ter problemas de vazamento da fralda durante a noite. Meu gurizinho acordava todo molhado no meio da madrugada, e daí era aquela correria: trocar a roupa dele, o lençol, o protetor de colchão do berço, fazer ele voltar a dormir… Ou seja, situação totalmente desagradável nas madrugadas aqui de casa.
Comecei, então, a experimentar todos os tipos de fraldas disponíveis no mercado. A que ele usava normalmente de dia (e usa até hoje) é a Pampers Total Confort. De noite, eu costumava usar a Pampers Diurna e Noturna, mas sempre vazava. Infelizmente, não existe mais no mercado a tal da Pampers Noturna, que a minha cunhada, que já tem filhos maiores, me falou que era muito boa.

Bem, testei a Turma da Mônica Noturna, a Soft Touch, a Huggies do pacote vermelho, a Personal Baby, etc, etc, etc. Nada funcionava. Até que resolvi experimentar a Pompom Noturna, do pacote roxo, e finalmente meu filho passou toda a noite sequinho… Essa fralda é bem grande e grossa, mas, ao mesmo tempo, é macia tipo a Pampers. Uso ela no Frederico até hoje, ou seja, há praticamente um ano. Como meu filhote dorme cedo, lá pelas 20:30 hs, depois do banho eu coloco nele a Pampers do dia, e às 23:00 hs, antes de eu ir dormir, troco a fralda dele no berço mesmo, e coloco a Pompom. Ele nem sente, só se vira e segue dormindo. Não vou dizer que vez ou outra não vaza o xixi, mas é raro, tipo duas ou três vezes por mês.

Curte cada momento que passa ao lado do seu bebe

À frente do programa Criadores, exibido pelo Canal Rural todos os sábados, às 11h30min da manhã, Renata Ryff Moreira já entrevistou grandes personalidades ligadas ao agronegócio, como Regina Duarte, Ivete Sangalo, Zezé Di Camargo e Ivan Zurita. Também repórter oficial do pólo eqüestre e do esporte montaria em touros, que tem campeonatos brasileiros e americanos transmitidos pelo canal 35, a jornalista viaja com freqüência e passa dias longe da família, que mora em Porto Alegre.

Casada com o administrador de empresas Fernando Jorej desde 2004, é mãe de Giovana, 6 anos. “Engravidei no final da faculdade. Cheguei a trabalhar na empresa da família depois que a Giovana nasceu, mas o amor pelo jornalismo falou mais alto. Quando ela completou 8 meses, fui para a Rede Pampa de Comunicação.” Renata conta que o apoio do marido foi fundamental para que continuasse investindo na profissão. “Há três anos e meio, quando surgiu a oportunidade de entrar para a RBS, fiquei preocupada em ter que viajar e deixar a minha filha. O Nando foi ótimo. Depois que fui para o Canal Rural, percebi que a Giovana fortaleceu o vínculo que tinha com o pai, sem mudar a ligação que tem comigo”.

Apesar de ser apaixonada pelo que faz, a jornalista admite que às vezes sente culpa por não estar mais próxima à família. Orientada por uma psicóloga, Renata procura não compensar a ausência com presentes e cuida para que, mesmo estando longe, a filha não saia da rotina. “Curto ao máximo os momentos que temos juntas. Aposto na qualidade e não na quantidade do tempo. Nossa relação é muito legal. Somos amigas e parceiras. Desde pequenininha, ela vai comigo ao salão de beleza. A Gi é vaidosa, mas não deixa de brincar como as gurias de sua idade”. Além do apoio do marido, tem também o apoio de Rosa. “Ela me criou e hoje me ajuda a criar a Giovana. Só consigo desempenhar bem a minha função por ter essas pessoas mais do que especiais ao meu lado”, comemora.

Totalmente recuperada da difícil fase que atravessou com Giovana, por ela ter nascido prematura e ficado alguns meses no hospital, a ex-atleta – Renata chegou a competir como nadadora profissional – é pura felicidade ao contar que a herdeira já segue seus passos. “A Gi nadou a primeira vez aos nove meses. Faz uns dois anos que retomou a natação. Procuro não forçar, mas é impossível não reconhecer seu talento na água. Acho que a minha filha vai longe”, finaliza a mamãe orgulhosa.

BATE-BOLA

um filme: Barbie e as 12 bailarinas
um livro: Nossa é difícil. Acho que ainda vou escrever um livro sobre ela, sobre o amor que uma mãe sente, do sentimento de uma mãe ao ter uma filha prematura nos braços… enfim, acho que ela um dia vai ter o próprio livro. É um sonho que eu tenho.
uma música: Meteoro – do Luan Santana – ela canta o tempo todo
uma flor: uma Rosa
um prato: qualquer um que tenha muitooooo chocolate
uma cor: rosa bem clarinho
um animal: cachorro – ela é fiel a todos os amigos dela
um sentimento: amor
um lugar bacana de POA: Parcão. Ela ama ir lá
uma loja charmosa da cidade: Doll´s
um perfume: A Gigi adora perfurme. Tenho que cuidar para ela não misturar todos. É dificil escolher um só.
um sabor: doce
uma palavra: carinho
um objeto: uma boneca
uma parte do corpo: olhos
exatamente o que a mamãe sonha para daqui a 25 anos: Que ela tenha saúde e muita felicidade. É isso que uma mãe deseja.

Compras para bebês nos EUA

Quando recebemos a notícia da gravidez, uma das primeiras coisas que começamos a pensar é no enxoval do bebê – o que comprar, onde, quais os itens necessários, quais as melhores marcas, etc. Para quem tem dúvidas, nós do Mães à Obra montamos uma listinha básica de enxoval – é só clicar aqui.
São muitas coisas para serem compradas de uma vez só, especialmente no caso de mamães de primeira viagem. Por isso, quem tem oportunidade de viajar para os Estados Unidos, tem mais é que aproveitar e comprar tudo lá, pois é muuuuito mais barato do que aqui!
Logo que fiquei grávida do Frederico, eu e meu marido já planejamos uma viagem para os EUA com o objetivo de passear (a última viagem antes de ter filho) e comprar roupinhas, carrinhos, brinquedos e utensílios para o novo integrante da família. Fomos à Chicago, Boston, Filadélfia e terminamos a viagem em Nova York, cidade que eu amo de paixão. Comprei muitas coisas em Boston, que tem uma taxa de imposto sobre compras menor do que a do estado de NY (6% contra 8%), e outras em NY.
Quando o Frederico já tinha 15 meses, fomos a Miami e Orlando (ver post aqui), e lá comprei também muitas coisas para o meu filho, especialmente roupas, sapatos e brinquedos.
Abaixo, listo para vocês as minhas dicas de compras nessas cidades.

• BOSTON – comprei muitas roupinhas nas lojas do Wrentham Village Premium Outlet, que fica próximo à cidade de Boston. Esse outlet faz parte da rede Premium Outlets (www.premiumoutlets.com), que, na minha opinião, é a melhor dos EUA. Lá, fiz um “tour básico” nas lojas Carter´s, Gap Kids, Tommy Hilfiger, Nike e Columbia.

o Os melhores achados foram na Carter´s (www.carters.com), que é bem basiquinha, mas tem todas aquelas roupas essenciais para o dia-a-dia do bebê, sempre num material super confortável e resistente. Os combos com 5 bodies por U$ 12,00 são imperdíveis! Só não esqueçam de calcular direitinho o tamanho que seu filhote estará em cada estação do ano para não comprar os tamanhos errados! Eu comprei bodies de tamanhos desde RN (newborn) até 18 meses de idade, e posso dizer que usei horrores todos eles, e mesmo assim eles não se acabaram! Vão ficar para o próximo baby, rsrs. Além disso, tem várias roupinhas bonitinhas, é só ter bom gosto na hora de escolher. Para o bebê ficar em casa ou brincar, são as melhores. Ah, comprei também umas cobertinhas muito gostosas e charmosas que usei bastante.

o Na Gap Kids (www.gap.com) comprei roupinhas muito estilosas, também de diversos tamanhos. Acreditam que até hoje o Frederico tem roupas que comprei nessa época? As calças jeans são bem bonitas, e os moletons são hours-concours, né? Eles têm também uns pijaminhas de malha muito bons para o inverno.

o Da Tommy (usa.tommy.com), adquiri as camisetas pólo básicas (todo menino tem que ter uma!), de várias cores, padronagens e tamanhos, e também uns casacos de moletom forrados com pele sintética por dentro que são sensacionais para o inverno – bonitos, confortáveis, leves e quentinhos. Além disso, as calças jeans também tem um corte bem bacana, e as calças sociais de sarja são um charme só. Ah, e as meias são sempre uma compra que vale a pena!

o Na Nike (www.nike.com), comprei alguns (poucos) tip-tops e vários tênis pequenininhos. Foram super baratos, mas, sinceramente, o Frederico usou pouco os de numeração muito pequena, pois na verdade bebês não precisam usar tênis, e sim sapatinhos bem molinhos e confortáveis. Acho que os tênis de verdade só valem a pena quando a criança começa a caminhar, lá pelos 11 ou 12 meses.
o Amo os casacos, coletes e softs da Columbia (www.columbia.com), aproveitei para comprar vários – tem numeração a partir de 6 meses de idade. São quentinhos, confortáveis e coloridos, tudo que uma criança pode querer! E, em algumas lojas, tem até tip-tops bem grossões, ótimos para sair com os bebês no inverno rigoroso aqui do sul – afinal de contas, a Columbia é uma marca de artigos para a neve!

• NEW YORK – deixei para comprar todas as coisas grandes e pesadas (tralhas, rsrs) em NY, que era o último destino da viagem. Comprei também roupinhas na Macy´s (The world´s largest store – eu amo esse slogan!), alguns artigos mais chics na Bloomingdale´s, uns tenizinhos descolados na Adidas Originals Store, e brinquedos lindos na FAO Schwarz da 5° Ave (essa loja é tão cara quanto linda). Mas me esbaldei, mesmo, foi na Babies R´Us, comprando todos os equipamentos e acessórios para o bebê. Ah, bem pertinho de NY tem o famoso Woodbury Common Premium Outlets, da mesma rede que falei antes. Lá, tem todas as lojas já mencionadas em Boston e ainda a Gymboree, que tem roupinhas muito legais.

o A Macy´s (www1.macys.com) da Herald Square é uma loja de departamentos gigantesca, mas sempre vale a pena dar uma olhada no andar infantil – se eu não me engano, é o 7° – para garimpar lançamentos em promoção que ainda não estão nos outlets da vida. Comprei muitas roupinhas bonitas da marca First Impressions lá, além de lançamentos da Carter´s e ternos (sim, ternos!) da Nautica. Por sinal, essas roupas sociais para meninos são uma ótima compra para se fazer nos EUA, pois aqui no Brasil é difícil de achar, e quando se acha é super caro $$$. Ah, na Macy´s vale a pena olhar também as roupinhas da Puma e da Adidas.

o A Bloomingdale´s (www.bloomingdales.com) é uma Macy´s (bem) mais sofisticada. Tem na Lexington Ave e no SoHo, mas só a da Lexington tem seção infantil. Lá, comprei uma roupa linda da Polo Ralph Lauren para o batizado do Frederico, e mais uns sweaters de cashmere muito bonitos. Só que é tudo bem mais caro que do nas outras lojas citadas…
o Na Adidas Originals Store (www.adidas.com/originals) do SoHo, como mencionei antes, tem uns artigos descolados, em estilo vintage, muito legais. Comprei um tênis para o Frederico mega confortável que era um charme só.

o Bom, agora vamos à Babies R´Us (www.babiesrus.com) – acho que, nessa viagem, fui umas três vezes na loja que fica na Union Square. Lá tem tudo que você pode imaginar para bebês e mamães, e mais um pouco! São 3 andares, divididos em setores: amamentação, eletrônicos, roupas, banho, alimentação, higiene, cama, brinquedos, itens de segurança,  carrinhos, cadeirinhas, etc, etc, etc. Lá, contei muito com a ajuda do meu marido, principalmente na hora de escolher o carrinho e a cadeirinha do carro. Acho importante os papais participarem dessas escolhas também, afinal de contas, serão tão usuários quanto nós! Além do carrinho grande (compramos o modelo da Chicco Cortina Travel System – Discovery, que vem com suporte para o carro e bebê conforto acoplado, ou seja, é 3 em 1), que usamos até os 8 ou 9 meses de idade do Frederico, comprei também o carrinho guarda-chuva da McLaren (modelo Quest, que reclina), que uso bastante até hoje e adoro, e a cadeirinha para carro da marca Brytax, que uso desde que meu filho tinha 9 meses, e em princípio dá até 4 anos de idade. Essas foram as compras “grandes”, mas comprei também a babá eletrônica com vídeo (vale muuuito a pena) da marca Summer, a ordenhadeira elétrica, mamadeiras, bicos, aquecedor de mamadeira, sling, acessórios para banho, bico-termômetro (o Frederico nunca quis usar), pomada Lansinoh (essencial para usar nos seios durante o período de amamentação, super recomendo!), cobertas e xales, cortinas para carros, brinquedos e móbiles. E mais algumas coisitas que nem lembro mais, hehe.

• MIAMI – como disse antes, fomos à Miami e Orlando com o Frederico junto, quando ele tinha 1 ano e 3 meses. Aproveitei para “renovar o estoque” de roupas e sapatos dele, pois praticamente tudo o que eu havia comprado para ele na viagem anterior não servia mais. Em Miami, comprei roupas da Carter´s e da Nautica na Macy´s; brinquedos, acessórios e mamadeiras na Babies R´Us; e mais brinquedos, penico, roupa de cama e berço portátil na Target. Também passei na Pottery Barn Kids para comprar umas coisinhas mimosas. Tem ainda a Buy, Buy Baby, que é super completa tipo a Babies R´Us (mamães especialistas recomendam a do Coral Springs). Uma loja de roupas super fofa para bebezinhos é a Baby Cottons (tem no Aventura Mall e no Village of Merrick Park). Para as mammies mais chiquetérrimas, tem a Baby Dior, a Burberry e a Mini Oxygene (Bal Harbour). Não fui aos outlets porque deixei para ir em Orlando, mas posso recomendar o Sawgrass Mills e o Dolphin Mall para comprar nas lojas da Carter´s, Gymboree, Janie and Jack, Nike, Adidas, Tommy, Ralph Lauren, Gap e The Children´s Place.

o A Target (www.target.com) é uma dessas lojas que existem aos montes nos EUA e que tem de tudo. Algumas coisas, tipo roupas e sapatos, são de qualidade inferior. Mas para outros itens, como brinquedos, vale muito a pena. Eles têm umas promoções da Fisher Price que são imbatíveis! Comprei aquele penico que toca musiquinha por um precinho bem camarada. Também comprei lá umas cobertinhas lindas com design da DwellStudio, a marca da bolsa do bebê da Gisele Bündchen, lembram?

o A Pottery Barn Kids (www.potterybarnkids.com) é uma loja muito mimosa, que vende artigos para cama e banho, além de móveis e objetos de decoração. Tudo para os pequenos. E, de quebra, ainda tem uns brinquedinhos em estilo antigo, de madeira, que são um achado. Tem no Village of Merrick Park.

• ORLANDO – em Orlando, tem dois grandes outlets: o Orlando Premium Outlets (da rede Premium já mencionada) e o Prime Outlet, esse mais novo e completo. Em ambos, encontram-se todas as lojas já citadas: Carter´s , Gymboree, Janie and Jack, Gap, Tommy, etc, etc. Para crianças acima de 1 ano, vale bastante a pena comprar tênis nas lojas das grandes marcas Nike, Adidas, Reebok e Puma (as roupinhas dessas marcas são legais também). Fora isso, tem as lojas da Disney que vendem artigos muito bacanas (sempre relacionados aos personagens de Walt Disney), desde roupas até objetos e brinquedos – mas não é com precinho de outlet, né?! Além dos outlets, tem o shopping Mall at Millenia, que tem muitas lojas legais, desde grifadas até outras mais acessíveis, como a Janie and Jack, por exemplo, que tem roupinhas bem charmosas, muitas em estilo navy (adoro!). Só que a diferença é que no Millenia, ao contrário dos outlets, é tudo lançamento, e, além disso, o shopping é lindo…

Bem, espero ter ajudado. Se tiverem dúvidas, é só perguntar! Afinal de contas, qual é a mamãe que não adora uma comprinha?

Destino I – Miami e Orlando, EUA

Quando o Frederico tinha 1 ano e 3 meses viajamos para a Flórida. É claro que eu sei que uma criança dessa idade quase não aproveita os parques da Disney, mas não escolhemos esse destino exatamente por causa dele. Na verdade, essa viagem se propiciou porque os meus sogros decidiram alugar uma casa e passar um mês em Orlando. Nós, então, resolvemos aproveitar o “ensejo” e passamos duas semanas lá, divididas entre Miami (5 dias) e Orlando (8 dias).
Como em Miami alugamos um apartamento, e em Orlando ficamos na casa alugada pela minha sogra, levamos junto a nossa empregada para nos ajudar com o Frederico, fazer as comidinhas dele e auxiliar no serviço da casa.
Já sei que muita gente vai perguntar sobre o visto para babá/empregada. Funciona assim: o empregador (quem assinou a carteira da funcionária) tem de ir junto com ela ao consulado americano para fazer a entrevista. São exigidos documentos de ambos, e esse visto é um tipo especial de visto de trabalho, que permite a entrada da pessoa nos EUA somente quando acompanhada de seu empregador. Conosco deu tudo muito certo, contratamos uma empresa despachante que nos orientou com os formulários e a documentação, fizemos a entrevista no consulado do Rio, e a minha empregada ganhou o visto para 5 anos (normalmente esses vistos de trabalho tem duração reduzida, mas tivemos sorte).
Bem, vamos à viagem em si:
• Aeroporto e avião – fomos de American Airlines, e o berço (basket) que essa companhia oferece para bebês é muito pequeno, não suportaria o peso do nosso filho. Na ida conseguimos lugar na fileira da frente (preferencial), e o Frederico dormiu no nosso colo. Depois, fizemos uma caminha para ele no chão, mas os comissários não são muito simpáticos a essa idéia, pois pode ser perigoso em caso de turbulência. De qualquer forma, entre colo e chão, o Frederico dormiu a viagem inteira, só acordando na hora do café da manhã. Já na volta havia lugares sobrando no vôo, então ele dormiu deitado entre eu e meu marido. A viagem toda, novamente.


• Hospedagem – tanto o apto de Miami como a casa de Orlando eram muito bons, espaçosos e bem equipados, o que facilitou demais a rotina do nosso bebê.
• Alimentação – é um problema a alimentação de crianças pequenas nos EUA. Todas as vezes que tentamos comer fora com o Frederico foram desastrosas. Nos restaurantes, os “kid´s menus” são um atentado à boa alimentação – somente pizzas, batatas fritas, hambúrgueres e massas com molhos muito temperados e fortes. No nosso primeiro dia em Orlando, no parque Magic Kingdom, fomos almoçar em um restaurante dentro do parque, e pedimos a tal massa para crianças. Tinha tanto catchup e tempero naquele molho que nem o Frederico nem nós conseguimos comer! Teve um dia, quando viajamos de carro de Miami para Orlando, que levei uma papinha pronta comprada lá para dar para ele na hora do almoço, pois estaríamos na estrada. O Frederico comeu uma colherada e não quis mais saber. E olha que o meu filho é bom de garfo e não tem muitas frescuras para comer, hein? Provamos a tal papinha, e ela era realmente horrorosa, com um gosto muito artificial. Resumo da história: nos dias em que o Frederico não almoçava em casa, minha empregada cozinhava de manhã cedo uma comidinha para ele, e levávamos num potinho para aquecer nos parques. Acho que essa é uma das partes mais delicadas da viagem para quem não fica num lugar com cozinha, ou não está disposto a cozinhar. Comprávamos todas as frutas, verduras, legumes, iogurtes e carnes, e preparávamos todas as refeições do meu filho em casa.
• Passeios – em Miami, o Frederico ADOROU ir à praia (na verdade, meu filho é um verdadeiro peixinho, sempre adora ficar na água e na areia). Notei também que ele curtiu muito o calorzinho de lá, pois aqui no RS já estava frio nessa época do ano (maio), e para o Frederico foi muito divertido voltar a usar bermudas e camisetas de manga curta. Na Disney, levamos ele aos parques Magic Kingdom, Animal Kingdom e Blizzard Beach. Nesses parques, a empregada foi junto, atuando como babá do Frederico. Reservamos alguns parques, mais direcionados a adultos, para irmos sem ele. Fomos, eu e meu marido, ao Hollywood Studios, Universal Studios e Island of Adventure. Nesses dias, o Frederico ficou em casa com a empregada e os meus sogros. Sobre os parques: a estrutura que esses locais têm para crianças pequenas é muito boa. Todos os parques possuem o local chamado Child Care, onde tem caminhas, bercinhos, trocadores, cadeiras de papá, forno de microondas, água quente, brinquedos, etc. Isso foi de grande utilidade para nós, pois nessa época o Frederico ainda fazia 2 sonecas diárias, então levávamos ele para dormir lá, no fresquinho do ar-condicionado (estava MUITO calor em Orlando nessa época do ano); também era lá que aquecíamos as comidas e preparávamos as mamadeiras dele.
o Magic Kingdom – é o parque mais cheio de magia e fantasia da Disney, especialmente dedicado a crianças pequenas (e à criança que existe dentro de cada um de nós, rsrs). O Frederico AMOU o Mickey, a Minnie e o Pateta. Voltou de lá completamente apaixonado por esses personagens. Lá ele pode “andar” em vários brinquedos, e curtiu bastante. Nas fotos abaixo, não percam a carinha dele ao lado da Minnie.
o Animal Kingdom – eu e meu marido não conhecíamos esse parque, e achamos que seria legal levar o Frederico para ver os bichos. Mas, na verdade, se vê os bichos muuuito de longe no safári ao redor do parque, e o meu pequeno nem enxergou direito as zebras, elefantes, girafas e afins. Fomos lá num sábado, o parque estava meeega lotado, fazia o maior calorão, e foi bem difícil se deslocar com o carrinho de um lado para o outro do parque (que é bem grande, por sinal). Mesmo assim, o Frederico gostou de ver os dinossauros, e na parte dedicada à África, dançou junto no show de músicas típicas (outra característica do meu filho é ser um dançarino nato, adora se sacolejar quando ouve uma música). Outro ponto positivo foi o show do Nemo, que é lindo, vale ficar na fila. O Frederico gostou de ver os peixinhos e os efeitos especiais.
o Blizzard Beach – é o parque aquático mais novo do complexo Disney. Foi, sem dúvida, o lugar onde o Frederico mais se divertiu. O parque é muito legal, tem tobogãs gigantes para os maiores, piscinas com ondas, corredeiras, etc, mas tem também toda uma parte de piscinas, brinquedos e mini tobogãs para crianças pequenas. O Frederico não queria sair da água nem para comer, curtiu demais toda a função. Gritava o tempo todo “água, mamãe, água, água, água!!!”.

• Compras – bom, esse é um capítulo à parte… Para roupas de crianças e brinquedos, é o paraíso – tudo bom, bonito e barato. A dica é ir nos outlets para comprar roupinhas na Carter´s, Gymboree, Janie and Jack, Tommy, Adidas, Puma e Gap Kids, e a boa e velha Macy´s para encontrar roupas mais arrumadinhas e com cara de “lançamento”. Sempre vale muito a pena comprar brinquedos na Toys R´Us e na Target, e artigos para bebês na Babies R´Us.
No final, posso dizer que notei um grande desenvolvimento do Frederico nessa viagem – ficou mais sociável; descobriu novos “amigos” (os personagens de Walt Disney); aprendeu a dormir em qualquer lugar (no carrinho, nos parques, no avião, nos aeroportos), coisa que ele praticamente não fazia antes; viu pessoas que falam uma língua diferente da nossa; cresceu e ficou mais aberto ao novo. Além disso, uma viagem em família é sempre algo muito gostoso e prazeroso, e o convívio que se tem nessas situações só fortalece os laços familiares.

Adaptação escolar, a psicóloga Caroline Brandalise Antoniazzi comenta.

Existe uma idade ideal para a criança entrar na escolinha ou isso varia de acordo com a personalidade da criança e a necessidade dos pais?

A entrada na escola desenvolve capacidades e habilidades na criança que talvez demorassem um pouco mais para serem percebidas caso a criança ficasse em casa com uma babá. A instauração da rotina e da autonomia é importante para a formação da personalidade da criança. Na escola, as relações com os colegas e professores são fundamentais para o desenvolvimento dos aspectos sociais. Além disso, fica evidente a diferença do desenvolvimento neuropsicológico e cognitivo das crianças que estão na escola se compararmos com as que não estão. As desvantagens, no meu ponto de vista, são as viroses que podem tornar-se recorrentes em função das outras crianças, mas que infelizmente fazem parte desse processo.

Quais são as vantagens e desvantagens da criança que está na escolinha?

Acredito que as crianças que entram na escola desenvolvem algumas habilidades mais cedo do que as que não estão. Seja pelo modelo ou imitação dos colegas, a tendência é que fiquem mais estimuladas e encorajadas em alcançar as etapas que os colegas estão. Por exemplo: o uso do copo de treinamento ao invés da mamadeira, fazer tentativas de comer sozinhas, fazer o treinamento para o desfralde, o desenvolvimento da fala, entre outros.

Como escolher uma escolinha?

A escolha da escola para o seu filho deve ser feita com tranqüilidade e com antecedência. Buscar alguma escola perto de casa, o que diminui tempo para o transporte dos pequenos, conhecer o projeto psicopedagógico, o número de alunos por sala e de professores e auxiliares por aluno. Acho fundamental observar a limpeza do espaço, a segurança da sala e do pátio (por exemplo: as tomadas são protegidas? As portas são travadas? Na pracinha tem areia? Essa areia é protegida?). Como é o procedimento quando alguma criança se machuca? Levam ao Pronto Socorro ou chamam algum serviço de atendimento? Como é feita a alimentação dos pequenos? A escola tem nutricionista para a elaboração do cardápio? Também acho que a questão do horário deve ser observada, visto que tem escolas flexíveis para a chegada e saída e outras não.

Como deve ser a adaptação da criança na escolinha?

Acredito que a adaptação começa muito antes do primeiro dia de aula. Inicia na conversa com a criança sobre a entrada na escola. É fundamental levar a criança para conhecer a escola, comprar a mochila, os uniformes para possibilitar que a criança vá se apropriando do novo assunto. Na adaptação, que pode durar dias ou semanas, dependendo da criança a mãe é peça fundamental! A mãe tem que manter-se segura da sua escolha, não demonstrar ambivalência. Nesse início deve fazer o que combinar com o seu filho: se disse que vai esperar ela deve estar lá quando e caso ele chorar. Nunca dizer que vai esperar e sair. Observamos que quanto menor a criança mais fácil a adaptação, em função de não ter tido uma rotina anterior cristalizada.

A criança pode apresentar alguma mudança de comportamento nesse período?

A criança pode apresentar alguma mudança de comportamento no período de adaptação e entrada na escola, visto que está experimentando uma nova rotina e muitas novidades que despertam ansiedade. É comum darem uma regredida emocionalmente, querendo funcionar como um bebê de colo, apresentando alterações do sono e da alimentação, mas isso em função dessa nova proposta que está sendo apresentada para a criança. A tendência é que a criança integre a rotina da casa com a rotina da escola. É importante observar a freqüência e a duração dos comportamentos regressivos.

Alguma dica para deixar esse momento menos tenso?

Uma dica que dou é que a mãe explique para a criança o que vai acontecer naquele dia na escola para que ela consiga prever o que vai acontecer. É diferente para a criança ouvir: “a mãe te busca no fim da tarde” e “ tu vais brincar com os amigos, vai dormir, lanchar e daí a mãe te busca”, isso vai acalmando a criança e não deixa ela tão ansiosa.

Dicas para as mamães fotografarem os filhotes nas férias

De malas prontas para passar uns dias na praia com o meu gurizão, pedi para a fotógrafa Priscilla Borges (na foto), nossa parceira aqui no blog, escrever umas dicas para as mamães fotografarem os filhotes nas férias. Se eu aprender direitinho a lição, na volta posto uma foto para vocês verem, combinado? Segue o texto de Priscilla. Espero que gostem!

“Muitas mães me procuram dizendo que é impossível fotografar seus filhos, que essa é uma atividade difícil que compete somente a profissionais da área. Minha opinião é que a intimidade entre mães e filhos acaba atrapalhando na hora da fotografia, como fotógrafa, fotografar crianças é super natural, porque além de gostar imensamente de trabalhar com essa galerinha, tento deixar eles a vontade para que brinquem, dêem gargalhadas, chorem, façam caretas, de maneira a captar momentos espontâneos. Então é um erro ficar chamando a criança, pedindo sorrisos, que olhem para a máquina, isso acaba deixando os pimpolhos inseguros e tímidos frente à câmera. Aproveite este verão para registrar momentos importantes e únicos de seus filhos utilizando como fundo uma bela praia, piscina, clube, praça ou parque. Então, seguem algumas dicas para deixar suas fotos ainda melhores.

– É importante testar a máquina no ambiente que serão feitas as fotos, porque com isso você pode ajustar os recursos da máquina de maneira a obter um melhor resultado;

– Fotos em sentido horizontal são mais apropriadas para situações em que você quer registrar além da criança, a paisagem como um todo, por exemplo, o mar ao fundo, o castelo de areia na praia, um horizonte em segundo plano, um pôr-do-sol;

– Fotos em sentido vertical são mais indicadas quando queremos captar o rostinho da criança, uma expressão interessante, de maneira a “congelar” detalhes;

– Árvores, flores, grama são ótimos aliados para fotos incríveis, porque o contraste entre a cor da pele e o verde gera resultados incríveis.

– Se a intenção é fotografar a criança olhando para a câmera, deixe a máquina preparada e chame a criança de modo suave, sem forçar nenhum sorriso ou expressão. Garanto que as fotos mais naturais são sempre as melhores;
– Existem três enquadramentos básicos e tradicionais para fotos tecnicamente perfeitas, são eles: rosto (até a metade do tronco), meio corpo (abaixo do quadril) e corpo inteiro.

Espero, com minhas dicas, ajudar vocês pais a registrar momentos únicos de seus filhos com um pouco mais de técnica. Mas não esqueçam de que não existe receita mais perfeita do que a diversão, pois em um ambiente divertido, as fotos ficam excelentes.”

Como escolher a escola?

No jornal Zero Hora do dia 17/11/2010, saiu o caderno ZH Matrículas, que traz ótimas dicas de especialistas sobre como escolher a escola dos filhos.
Vou fazer aqui um “resumão” dessas dicas para vocês:
1) COMO ESCOLHER A ESCOLA?
a. O ideal é começar procurando por escolas mais próximas de casa.
b. No entanto, a proximidade da escola não deve sacrificar a escolha por uma escola de qualidade.
c. Visitar as escolas é um passo essencial – os pais devem procurar conhecer a rotina do ambiente escolar, ver se é cuidado, limpo, etc.
d. Durante a visita, a família pode questionar sobre o projeto político pedagógico da instituição.
e. É importante que o espaço educacional tenha, em seu referencial pedagógico e em sua prática cotidiana, valores semelhantes ao do núcleo familiar.
f. Após as primeiras visitas, quando os pais já tiverem feito uma pré-seleção das escolas, deve-se levar a criança para também observar suas reações a esses ambientes escolares.

2) O QUE OBSERVAR NA INFRAESTRUTURA?
a. Deve-se observar a quantidade de crianças por m2, além de luminosidade, janelas (altura, ventilação, etc), instalações elétricas, condições dos sanitários.
b. Preste atenção se a escola é bem servida de pátios. Se tem plantas, contato com o chão, areia, terra. Também é importante observar se esses pátios comportam o número de crianças, se são diversificados com espaços para correr e brincar.
c. Verificar se as salas apresentam jogos adequados à idade das crianças e em quantidade suficiente, e também se apresentam livros, fantoches, quebra-cabeças, carros, construção com blocos, etc.
d. As condições de segurança externa – mecanismos de controle do acesso à escola e preservação da sua privacidade.

3) COMO DEVE SER A ESCOLA?
a. Pesquisas indicam que para bebês e crianças pequenas funcionam melhor as escolas menores.
b. Mas a escolha por tamanho não deve ser fator mais relevante frente à proposta pedagógica e à adequação ao que a família espera da escola em termos de valores.
c. Se a escola for grande, é importante que haja prédio específico e exclusivo para os pequenos.
d. Espaços que não se confundem são essenciais para a criança não se sentir perdida no meio da multidão, o que não é bom para os pequenos estudantes.

E para quem ainda está em dúvida, na segunda-feira que vem o Palavra de Especialista será uma entrevista com a psicóloga Caroline Brandalise Antoniazzi, dando dicas sobre esse tema. Não percam!

Lista de enxoval – todos itens!

Esta lista baseia-se na minha experiência como mãe do Frederico, e também utilizei como fontes o livro Nave Mãe (Tanise Dvoskin), e as listas da Academia Acqualitá e das lojas Puppy e Bordados & Cia.

Lista de enxoval

Para o bebê
• Tamanhos RN e P:
6 bodies manga comprida brancos de algodão
6 bodies manga curta brancos de algodão (se o bebê for de verão)
6 calças de algodão do tipo “mijão” ou “culote” (daquelas de usar por baixo)
6 tip tops compridos com pé
6 tip tops curtos (se o bebê for de verão)
6 pares de meia de algodão (que não apertem o tornozelo)
4 pares de sapatinhos
3 pijamas
2 casaquinhos de linha (se o bebê for de verão)
2 casaquinhos de lã
2 toucas (se o bebê for de inverno)
3 conjuntos de roupa de linha (verão) ou lã (inverno) para ocasiões especiais
2 blusinhas de lã básicas (se o bebê for de inverno)
2 blusas de moletom ou soft quentinhas (bebê de inverno)
3 camisas ou bodies com gola de camisa
6 babeiros
8 fraldas de pano grandes
8 fraldas de pano pequenas
3 mantas de lã ou linha (dependendo da época do ano)
2 vira-xales
3 regatinhas (bebê de verão)
Vestidinhos e lacinhos de grudar com sabonete para as baby girls
1 chapéu de sol
• Para os outros tamanhos (M, G, 1 ano), você pode ir adaptando essa lista conforme a estação do ano, lembrando sempre que, conforme o crescimento do bebê, as necessidades vão mudando, por exemplo, a partir dos 10 meses eles precisam usar sapatinhos com solado para ficar de pé e caminhar apoiado, e assim por diante. Com certeza, cada mãe vai sentir do que seu filho está precisando…

Para o berço
4 jogos de lençol
4 fronhas avulsas
2 cobertores
1 edredom
2 colchas
2 protetores de colchão
1 conjunto de protetores de berço
2 travesseiros baixinhos, anti-sufocantes
Almofadinhas para apoiar o nenê no berço
1 móbile

Para o banho
1 banheira com suporte
1 redinha para banheira (para segurar o bebê)
4 toalhas com capuz
4 toalhas de fralda
1 toalha forrada com fralda na parte interna

Para a higiene
Fraldas descartáveis (não comprar muitos pacotes tamanho RN, pois o bebê cresce muito rápido, e em seguida passa para o tamanho P)
Sabonete e shampoo neutros
Pente e escova de cabelo macia
Lenços umedecidos
Algodão em quadradinho
Cotonetes
Tesourinha de unha
Hipoglós
Kit de cesto, garrafa térmica e potinhos para produtos de higiene
Termômetro

Para o carrinho
4 jogos de lençol (os mesmos lençóis do hospital)
1 colchão para carrinho
1 travesseirinho
1 cobertor

Para passear
1 sling

1 mala
1 sacola grande
1 carrinho bom, com várias inclinações
1 bebê conforto
1 berço portátil (para viagens)
1 trocador portátil (muitas vezes vem junto com a sacola)
1 porta-bico

Para a alimentação
1 mamadeira pequena
2 mamadeiras grandes
1 escova para mamadeira
1 escorredor de mamadeiras
2 bicos
1 conjunto de colheres
Pratinhos e copinhos com tampa

Para a amamentação
1 almofada de amamentação
Pomada para os seios (indico a Lansinoh)
Bico de silicone
Bombinha para tirar leite (de preferência elétrica)
Protetores para seio (1 par tipo concha, e também aqueles descartáveis)
3 sutiãs de amamentação

Para a maternidade
Enfeite de porta
Lembrancinhas
Cesto para lembrancinhas
1 pacote de absorventes para pós-parto
4 camisolas ou pijamas com abertura na frente para amamentar
Calcinhas grandes
Chinelo
Produtos de higiene íntima
1 roupa bonita e confortável para o dia da alta
Documentos
Máquina fotográfica
Mala do bebê (farei outro post sobre isso)

Curso para grávidas: vale a pena?

Muitas gravidinhas nos perguntam se vale a pena fazer o curso de orientação a gestantes do Hospital Moinhos de Vento.
Quando estava grávida de 5 ou 6 meses do Frederico, eu e meu marido fizemos o tal curso. Lembro que, por sermos papai e mamãe de primeira viagem, tínhamos muitas dúvidas e inseguranças sobre o parto e os cuidados nos primeiros meses do bebê. O curso dura seis dias (sempre à noite), sendo que no último encontro há a visita ao centro obstétrico do hospital.
Para aquelas que estão em dúvida se vão se matricular e forçar os maridos a assistir às aulinhas, minha opinião é a seguinte: eu e o meu marido não aprendemos muita coisa, mas serviu para “entrarmos no clima” do que estava por vir, além de termos a oportunidade de conviver com outros casais “grávidos”. Alguma vezes, também, aproveitamos para jantar fora depois da aula e namorar um pouquinho antes da chegada do baby. Só não adianta ir assistir às palestras com muita expectativa, pois, por melhores que sejam os profissionais – psicólogos, nutricionistas, médicos e enfermeiras – tem coisas que a gente só aprende, mesmo, é com a prática. Palavra de mãe!
De qualquer forma, lembro que pincei algumas dicas legais no curso, tipo: a alimentação do bebê no primeiro ano de vida, posições para amamentar, como dar o banho em um recém-nascido, a preparação dos seios para a amamentação, etc. Ou seja: há muitas informações úteis e, além disso, dá uma tranqüilidade enorme conhecer a maternidade, as salas de pré-parto e de parto antes do “dia D”, pois ao menos quando a gente entra no hospital, com muitas contrações ou com a bolsa rompida, já sabe o “roteiro” do que vai acontecer dali em diante… Embora um parto seja algo muito, mas muuuito surreal e emocionante, que não tem como descrever ou explicar.
Então, se vale ou não a pena fazer o curso, vai depender muito da disponibilidade de tempo e da vontade dos futuros papais.