Como evitar a flacidez indesejada depois da gravidez?

Flacidez na gravidez. Junto com as estrias e a celulite, são os três maiores pesadelos estéticos da nossa vida, não é mesmo?

A flacidez é a perda de firmeza da pele em vários pontos do corpo, sendo mais presente nos braços – o famoso movimento do adeus – nas pernas, na barriga, nas pálpebras e no pescoço (papada). É um distúrbio normalmente relacionado ao processo natural de envelhecimento, pela perda contínua de colágeno e elastina – proteínas que dão a sustentação e o viço à pele.

Mas também podemos ter flacidez ao longo do vida, as causas são velhas conhecidas do nosso dia a dia e as formas de prevenção e tratamento também. Podemos prorrogar ao máximo o aparecimento da flacidez. É só seguir algumas boas dicas!

Quais as causas da flacidez?

As causas são poucas mas bastante conhecidas e complexas:

Processo de envelhecimento

Ao longo dos anos, os níveis de colágeno e elastina vão diminuindo, e essas proteínas são responsáveis pela firmeza d pele. Com isso, surge a flacidez. É uma causa natural, mas pode ser evitada com outras soluções.

Gravidezflacidez indesejada depois da gravidez?

É um período onde a pele é naturalmente bastante distendida para a acomodação da barriga e pode ocorrer flacidez após o parto. A alimentação saudável e outros cuidados são fortes aliados na prevenção à flacidez nesses casos.

Perda de peso abrupta

As dietas altamente restritivas provocam a perda rápida de peso e sem dar ao corpo o processo natural de emagrecimento com a acomodação dos tecidos. O resultado é a flacidez, especialmente após as cirurgias bariátricas.

Ganho de peso

Este caso funciona como a gravidez, porém com o componente mais crítico que é o fato de não ser algo que será revertido em um prazo: você precisará se dedicar ao emagrecimento, e poderá ganhar flacidez – além das estrias e celulite.

Como prevenir e combater a flacidez?

01 – Ter uma alimentação saudável

Todas as melhorias e boas causas no nosso corpo dependem fundamentalmente de comer bem: ingerir o que é saudável e descartar o que traz malefícios à nossa saúde.

Para evitar a flacidez e também combater quando ela começar a aparecer, devemos consumir alimentos:

Que contribuam para a manutenção dos músculos

Desta forma, eles preenchem os espaços, evitando que, atrofiados, não possam sustentar a pele. As melhores fonte são: carnes magras, leite, derivados de leite e ovos.

Que contenham colágeno

O colágeno é a proteína que trabalha especificamente na firmeza da pele. As fontes principais são as frutas cítricas (laranja, limão, kiwi, tangerina e outras). Você também pode usar suplementos à base de colágeno.

Também é importante lembrarmos que diversos alimentos e produtos precisam ser descartados, pois eles liberam toxinas e prejudicam uma série de processos orgânicos, e a flacidez é uma das consequências: bebidas alcoólicas, refrigerantes, farinha e açúcar refinados, frituras, embutidos e alimentos industrializados.

02 – Consumir muita água

Água é um santo remédio para tudo em nosso corpo, não seria diferente com a flacidez, que tem a ver com um dos órgãos mais beneficiados pelo consumo de água – a pele.

A hidratação renova as fibras de colágeno presentes na pele – nosso organismo produz sempre, a partir da alimentação – e isso mantém a elasticidade e rigidez da pele.

03 – Praticar exercícios físicos

Os exercícios físicos, principalmente a musculação, desenvolvem e fortalecem os músculos, fazendo com que ele fiquem colados ao máximo à pele, e assim não haverá espaço para a flacidez.

04 – Fazer tratamentos estéticos

Existem procedimentos que são realizados em clínicas dermatológicas e podem ajudar no combate à flacidez pela idade. Não são intervenções cirúrgicas – crioterapia, radiofrequência e carboxiterapia, por exemplo. Mas é importante lembrar que estes procedimentos tem alta taxa de resolução, mas os bons hábitos – alimentação, exercícios, ingestão de líquidos – serão decisivos para eles!

Tudo de novo outra vez

É com imensa alegria que hoje venho contar aqui para vocês que estou grávida novamente. Completei 12 semanas de gestação na sexta-feira passada, e agora já posso dizer para todo mundo que o Frederico vai ganhar um irmãozinho (ou irmãzinha)!

Eu e meu marido planejamos esse segundo filho, e tudo deu certinho, a diferença entre o Frederico e o bebê será de 2 anos e 5 meses. Estamos muito, muito felizes.

No final de julho, terei novamente um bebezinho nos meus braços! É tão emocionante ver a nossa família crescendo, cheia de amor, planos, realizações… Eu sempre sonhei com uma família grande, afinal de contas, na minha casa somos quatro irmãs. E dar um irmãozinho para o Frederico é o melhor presente que poderíamos oferecer para ele, não é mesmo?

E, para quem quer saber se com a segunda gravidez somos diferentes do que na primeira e nos importamos menos, posso dizer o seguinte: a emoção é tão grande como da primeira vez, assim como o amor, a única diferença é que, por não ser principiante, me preocupo menos com certas coisas. Já sei o roteiro, entendem? Sei que aos três meses os enjôos passam de verdade, o que posso e o que não devo comer, quando a barriga vai aparecer, em que momento o bebê vai começar a mexer…

Mas tem uma novidade: dar atenção ao primeiro filho para que ele enfrente bem a chegada do(a) maninho(a). O Frederico está sabendo de tudo desde que eu descobri que estava grávida. Contamos para ele que tem um bebezinho dentro da barriga da mamãe. As reações foram as mais diversas possíveis: no início ele ignorou, depois começou a dizer que dentro da barriga da mamãe havia “dois meninos memos” – detalhe: memos quer dizer gêmeos para ele! Mas já fiz duas ecografias, e é um bebê só, viram?! Em seguida, notei que ele começou a ficar muito, mas muito mais grudado em mim. Ele não quer se separar da mamãe para nada, coitadinho. Acho que tem medo de me perder… De vez em quando, até rolam uns beijinhos na minha barriga, mas, em geral, meu filho prefere evitar o assunto. Ontem, ele saiu com essa: “eu quero ver o nenê que tá dentro da barriga da mamãe”, levantou a minha blusa e ficou mexendo no meu umbigo. E por aí vai…

Bem, mas hoje eu queria mesmo era contar a boa notícia, e dizer que, coincidentemente, esse bebê foi gerado junto com o Mães à Obra. Então, nada mais justo do que eu dividir esse momento aqui com vocês, contando o andamento da minha gravidez. Para tanto, a partir de agora, começaremos uma nova seção aqui no blog, chamada “Diário da Gestação”, onde toda semana contarei novidades sobre essa nova fase da minha vida. Aproveito para convidar todas as outras gravidinhas a dividirem suas experiências conosco, mandarem suas dúvidas e contarem o que está acontecendo em suas vidas. Afinal, a troca é muito enriquecedora, principalmente em um momento tão especial como esse!

Enjôos, Dramins e afins

Até agora, posso dizer que foi tudo tranqüilo porque não tive nenhuma ameaça de perda do bebê, nem sangramentos. Mas do ponto de vista do meu estômago, não foi nada tranqüilo. Bem pelo contrário: desde a 6a semana de gestação, tenho a sensação de estar vivendo num navio que sacode ao sabor de ondas imensas e constantes. Sim, os enjôos, ou “morning sickness” para os americanos – que, para mim, significam morning, afternoon, evening, night… sickness!

Enjôos

Vocês devem estar se perguntando: mas os enjôos já não eram para ter passado lá pela 12a semana? Sim, eram, e confesso que estão bem mais amenos, mas ainda preciso do Dramin B6 para viver.

Quando eu estava grávida do Frederico, tive enjôo da 8a até a 12a semana. Eram náuseas constantes e quase diárias, mas em geral pelo período da manhã. Vomitei poucas vezes, umas 5 ou 6 no total. Mas agora, nessa segunda gravidez, o enjôo resolveu me mostrar a sua cara mais feia: náuseas muito fortes, eterna sensação de desconforto, falta de vontade de comer, total intolerância a cheiros, e vômitos, muitos vômitos.

Quando eu estava lá pela 9a semana, sofrendo muito, praticamente me alimentando de bolacha água e sal, chá de camomila e água com limão, e já 3 kg mais magra do que no início da gestação, resolvi ligar para a minha médica e dizer que não agüentava mais. Sabe qual foi a resposta dela? Mas por que não me ligou antes, menina?! Me receitou Dramin B6 de 4 em 4 horas, e ufa, que alívio –  me tornei outra pessoa! Voltei a comer, a ter ânimo, a brincar com meu filho… Santo Dramin!

Ela me falou para, a partir da 12a semana, ir diminuindo o Dramin, pois os enjôos normalmente passam nessa fase da gestação. Já estou espaçando mais o remédio, mas no dia em que tentei ficar sem, todo aquele terror das náuseas e vômitos voltou. Meu corpo ainda não se acostumou com tanta progesterona…

Vocês sabiam que 50% das mulheres grávidas sofrem com os enjôos no início da gravidez? E que a mesma mulher pode ter enjôo em uma gestação, e não ter em outra? (Eu não faço parte dessa turma de sortudas).

E vocês, leitoras gravidinhas, também passaram por isso?