Lixo para fraldas

Gente, olhem só que máximo esse lixo para fraldas! Ele acondiciona as fraldas usadas individualmente pelo sistema twist-lock (torce e lacra), evitando o mau cheiro característico, e tem uma película anti-gérmica que mantém os germes e bactérias presos dentro do próprio lixo. Além disso, torna-se desnecessário o uso de sacos plásticos individuais, economizando em até 20% o seu uso.

Lixo para fraldas

O produto da marca Sangenic está à venda agora no Brasil, e já é sucesso na Europa e nos EUA. Eu vi esse lixo na última vez que fui aos EUA, e confesso que fiquei louca para comprar, mas depois achei que era um trambolho muito grande para carregar…

Para quem se interessar, entre no site www.lista.mercadolivre.com.br/lixo-para-fraldas lá tem todas as informações, até com vídeo explicativo, e também os pontos de venda e sites que comercializam o produto no Brasil. Custa apartir R$ 119,00.

Buenos Aires para niños

Mais uma vez a minha vizinha querida e que adora viajar, nos mandando dicas quentinhas de uma viagem que ela fez a Buenos Aires com o filho.

Adorei, pois acho a capital porteña um ótimo destino para nós, brasileiros. Ainda não fui lá com o Frederico, mas com certeza pretendo levá-lo, de repente já com a Valentina junto…

Alguns passeios em Buenos Aires, em 4 dias

Em viagens curtas parece mais difícil fazer as malas, por isso, é muito útil fazer um rol de viagem de acordo com o destino, a época do ano e a idade da criança. Assim não corremos o risco de esquecer de nada e, principalmente, não levamos coisas demais. Além disso, é sempre bom pesquisar em sites e blogs especializados sobre eventos, exposições, peças e outras programações temporárias que acontecerão na cidade no período da viagem. Um dos mais completos é “Buenos Aires para Niños”, editado por uma “mamãe” que mora lá e que até já escreveu um guia que pode ser adquirido através do blog.

Quanto aos passeios, além dos mais tradicionais, vale a pena dedicar um ou dois dias para passear em Palermo, onde as ruas são animadas, há bons shoppings, parques, bosques, pracinhas, o Planetário, o Jardim Botânico, o Jardim Japonês e o  Zoológico! O blog Buenos Aires Para Ninõs indica as principais ruas: Gurruchaga, Honduras, Armenia e El Salvador, e apelidou a área de “Palermo Bacana”.  Pode-se começar pela Rua Malábia, onde concentram-se lojas, cafés e confeitarias, de tudo um pouco. Nosso filho gosta muito da sorveteria Munchi’s, por causa daquela vaquinha simpática  convidando para comer mais sorvete! E, para os adultos, a Starbucks fica ao lado. Na região tem também a Muma’s Cupcakes. Os sorvetes da Chungo (na El Salvador com Gurruchaga) são especiais.

Um ótimo programa para as crianças é ir ao Zoo bem ali em Palermo, que é muito completo e está bem cuidado. É preciso tempo para ver todos os belos animais, como pingüins, leões, elefantes, tigres, ursos, animais de fazenda, girafas, condores, tartarugas gigantes e muito mais! No aquário há horários de shows com focas, e as crianças adoram. Passamos a manhã lá e depois pegamos um táxi direto para almoçar no Casa Mua, em Palermo (Soler 4202, esquina com Julián Alvarez), um misto de bistrô, café e lojinha, onde servem saladas, quiches e outros pratos leves, tendo também menu infantil e uma brinquedoteca ampla e com vários brinquedos educativos. Nosso filho almoçou bem e brincou muito com uma amiguinha que conheceu lá no restaurante.

Outro programa aprovado por ele, apesar de não se tratar de uma novidade e parecer meio “antigão”, foi o Planetario Galileo Galilei. Mas é bom dizer que ele estava com um interesse especial, porque bem naquela época andava interessadíssimo em seu livro novo sobre os astros e o universo. Por isso, depende da idade e do interesse da criança. Ele adorou o filminho sobre os planetas e dizia que saturno brincava de bambolê e a terra era gremista.

A Casa Rosada não é bem um programa infantil, mas se não conhecem ainda pode ser visitada sem muita demora, a não ser em férias e feriados, quando tem mais filas. Um bom circuito pela área é passar antes no Café Tortoni, depois visitar a Casa Rosada e dali seguir para Puerto Madero, pertinho, para almoçar na Cabanha Las Lilas e levar as crianças para visitar os buques-museo Fragata Sarmiento e Corbeta Uruguay.

Outra novidade que surgiu na cidade são os “bares” para crianças, com atividades, brincadeiras, oficinas e jogos. É bom consultar as programações e horários com antecedência. Nós fomos num chamado Recursos Infantiles, mas parece que já fechou.

Aliás, esse é um problema comum em Buenos Aires, principalmente com relação a restaurantes, sendo grande a freqüência com que abrem e fecham os locais. Assim, é melhor gastar um tempo na internet antes para evitar perdas de tempo durante a viagem.

Há ainda muitas opções de programas divertidos. Anna Chaia (www.cirandadomundo.com.br) sugere uma “caça ao tesouro” no MALBA.  E uma amiga foi com a família e adorou o passeio até Colonia de Sacramento, de Buquebus, passando uma noite por lá.

Sobre compras para crianças, atualmente a melhor área é Palermo, com suas lojinhas charmosas como Owoco, Pitti Bimbo, Viva la Pepa, Mitaí, Grisino Ropa para Jugar, Barbie Store, etc.

Shoppings bons são Paseo Alcorta, bem mais calmo, e Alto Palermo. Há lojas da Mimo & Co, Cheeky, Paula Caen D’Anvers Ninõs, MiniMimo, Patisserie, Little Akiabara, Pioppa, brinquedos Imaginarium (espanhola) e outras. Mas a maioria tem filiais em Palermo, onde é bem melhor para passear. No Shopping Abasto, bem mais agitado, tem uma grande loja da Cheeky, para mim a melhor. Se estiver chuvoso, lá tem o Museo de los Niños, mais adequado para crianças pequenas, e um parquinho de diversões dentro do shopping, que não é nada muito especial, mas pode ser bem útil num dia de chuva ou muito frio, adequado para várias idades.

Em outra área da cidade, a livraria Ateneo tem uma boa seção infantil, e em Las Cañitas recentemente inaugurou o Mundo da Discovery Kids, com loja e brinquedoteca.

 

Quanto aos restaurantes, todos sabem que é um capítulo à parte, mas vale indicar dois que gostamos muito: Cluny e Cabanha Las Lilas. A maioria dos restaurantes, mesmo no jantar, recebe bem famílias com crianças, mas claro que há lugares que não são kids friendly, como em toda parte, e por isso é bom sempre informar-se antes de fazer uma reserva. Na outra viagem, quando nosso filho tinha dois anos, fomos com amigos jantar no Sucre, mais cedo, antes da agito.

O bom de Buenos Aires é a proximidade com o Brasil e a possibilidade de uma viagem mais curta em final de semana ou feriado.

Enjôos, Dramins e afins

Até agora, posso dizer que foi tudo tranqüilo porque não tive nenhuma ameaça de perda do bebê, nem sangramentos. Mas do ponto de vista do meu estômago, não foi nada tranqüilo. Bem pelo contrário: desde a 6a semana de gestação, tenho a sensação de estar vivendo num navio que sacode ao sabor de ondas imensas e constantes. Sim, os enjôos, ou “morning sickness” para os americanos – que, para mim, significam morning, afternoon, evening, night… sickness!

Enjôos

Vocês devem estar se perguntando: mas os enjôos já não eram para ter passado lá pela 12a semana? Sim, eram, e confesso que estão bem mais amenos, mas ainda preciso do Dramin B6 para viver.

Quando eu estava grávida do Frederico, tive enjôo da 8a até a 12a semana. Eram náuseas constantes e quase diárias, mas em geral pelo período da manhã. Vomitei poucas vezes, umas 5 ou 6 no total. Mas agora, nessa segunda gravidez, o enjôo resolveu me mostrar a sua cara mais feia: náuseas muito fortes, eterna sensação de desconforto, falta de vontade de comer, total intolerância a cheiros, e vômitos, muitos vômitos.

Quando eu estava lá pela 9a semana, sofrendo muito, praticamente me alimentando de bolacha água e sal, chá de camomila e água com limão, e já 3 kg mais magra do que no início da gestação, resolvi ligar para a minha médica e dizer que não agüentava mais. Sabe qual foi a resposta dela? Mas por que não me ligou antes, menina?! Me receitou Dramin B6 de 4 em 4 horas, e ufa, que alívio –  me tornei outra pessoa! Voltei a comer, a ter ânimo, a brincar com meu filho… Santo Dramin!

Ela me falou para, a partir da 12a semana, ir diminuindo o Dramin, pois os enjôos normalmente passam nessa fase da gestação. Já estou espaçando mais o remédio, mas no dia em que tentei ficar sem, todo aquele terror das náuseas e vômitos voltou. Meu corpo ainda não se acostumou com tanta progesterona…

Vocês sabiam que 50% das mulheres grávidas sofrem com os enjôos no início da gravidez? E que a mesma mulher pode ter enjôo em uma gestação, e não ter em outra? (Eu não faço parte dessa turma de sortudas).

E vocês, leitoras gravidinhas, também passaram por isso?

Sobre Nós

Sobre Nós

Ao entrar no mundo da maternidade, entre brumas de fraldas, mamadas e tip-tops, descobrimos novas amizades, que foram muito importantes nessa fase tão diferente e fascinante da vida. Da troca de emails diária com um grupo de colegas da hidroginástica de gestantes, do qual fazíamos parte, surgiu a ideia desse site. A vontade de escrever, de dividir dúvidas e acertos, de ajudar a deixar ainda mais colorida a relação entre mães e filhos é o motivo de existência do Mães à Obra.

Esperamos que vocês, que choraram de felicidade ou medo ao ver o resultado do exame de gravidez, se identifiquem com a gente, porque acreditamos que por mais diferentes que sejam as mães (e nós somos opostas em quase tudo, vocês vão ver), no fundo, queremos sempre a mesma coisa: a felicidade dos nossos pequenos.

Paula Tweedie
Jornalista, 31 anos,
mãe do Santiago,
nascido em 01/03/2009.
Raquel Pötter Guindani
Engenheira agrônoma, 36 anos,
mãe do Frederico,
nascido em 20/02/2009,
e mãe da Valentina,
nascida em 26/07/2011.

Somos de Porto Alegre, RS.