Procura, procura, procura

Gente, uma das missões mais difíceis da maternidade, para mim, é fazer escolhas para nossos filhos – a escolha de onde morar, onde estudar, em que médico ir. Porque tudo isso vai ter muita influência na vida dos nossos pequenos, e eu acho responsabilidade demais, peso demais, importância demais. Logo eu, que sempre fui uma pessoa super segura, na hora de decidir pelo Frederico me torno…insegura! O medo de errar está sempre latente dentro de nós, não é?!
Bom, mas como toda busca um dia tem de terminar, vou contar um pouco para vocês como eu e meu marido fizemos para escolher a escolinha onde colocaremos o Frederico a partir dos dois anos de idade.
Foi uma procura e tanto – exaustiva, cansativa e gratificante. Num primeiro momento, mapeei as escolinhas que ficavam num “raio” de até 10 minutos de carro da minha casa, pois acho que com crianças pequenas não devemos optar por lugares muito distantes, afinal de contas, Porto Alegre está se transformando numa mini-São Paulo em termos de trânsito. A partir disso, visitei nove escolas de educação infantil. Muitas delas foram indicadas por amigas ou vizinhas que têm filhos nessas escolas, o que sempre é uma boa referência, mas não quer dizer que porque os outros gostaram a gente vai gostar, afinal de contas, cada cabeça uma sentença… Se quiserem saber os nomes, endereços e telefones das escolinhas que eu e a Paula já visitamos, a seguir publicaremos um post sobre isso.
Os critérios que usei para avaliar as escolas visitadas foram: localização, estacionamento, infra-estrutura, pátio, tamanho das salas, banheiros, número de professoras por aluno, lanche, horário de entrada e saída, férias, presença ou não de câmeras, limpeza, existência de uniforme, valor da mensalidade, e, o mais importante de tudo, o projeto pedagógico e as atividades oferecidas pela escola, como aula de música, inglês, educação física, etc. Vou contar para vocês: não foi nada fácil. Como boa engenheira que sou, fiz uma planilha e dei notas para cada um desses critérios, o que me ajudou a selecionar as três melhores. Mas, a partir daí, a decisão foi totalmente subjetiva: sabe aquela história de “dar o clique”? Pois é, é isso mesmo: no final das contas, minha escolha recaiu justamente sobre aquela escola que eu mais tinha simpatizado desde o início, antes de dar notas e avaliar os critérios. Meu marido foi comigo visitar as três “finalistas”, e me ajudou bastante, com a sempre evidente objetividade masculina, a fazer a escolha.
Mas vou dizer para vocês: no final de tudo, eu estava cansada de fazer as tais visitas, e decidi que não iria conhecer mais nenhuma escola, afinal nove já era uma número bem significativo, e eu acho que se visse ainda mais opções, mais confusa ficaria.
Tenho certeza de que não existe a escola perfeita, conforme idealizamos. Temos que tentar imaginar se nosso filho ficará feliz naquele ambiente, se vai aprender coisas interessantes, enfim, qual a visão da criança sobre isso tudo. E, se não der certo, felizmente nada nessa vida é imutável (a não ser ter filhos, rsrs), então, uma vez insatisfeita, é só trocar!
Na semana que vem, vou postar algumas dicas dadas por especialistas no jornal Zero Hora sobre como escolher a escola do seu filho.
E, desde já, para quem está procurando – muito boa sorte!!!

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